Em tempos de volume de informação, quando a necessidade de comunicação dirigida, segmentada e direta se tornam um grande problema para as empresas, algumas iniciativas tem excelente potencial para crescer.
Apesar de sabermos que a internet é um mundo sem fronteiras - e até por isso que pode-se imaginar centenas de aplicações estratégicas - podemos tê-la como um canal de comunicação regional.
Foi o que alguns profissionais, mais precisamente blogueiros sergipanos imaginaram quando criaram o Blog’se, com o objetivo de reunir os blogs do menor estado brasileiro em torno de um só propósito: desenvolver a blogosfera local.
O interessante é ser um portal de blogs com foco em conteúdo regional ou escrito por profissionais da região, promovendo tanto o crescimento do mercado local quanto a exposição do próprio estado na cena nacional, tudo isso usando o canal de mídia social como estratégia.
Certamente os sergipanos tem muito a mostrar e o Blog’se tem espaço para fazer um excelente mercado - e quem sabe escola!
Uma excelente idéia do Fabio Seixas e cia do Camiseteria! Exemplo de oportunidade e visão promocional no uso dos novos canais de comunicação da web.
E o melhor, simples!
A idéia básica é promover que as pessoas acessem o Twitteria - o Twitter do Camiseteria - acompanhem as “fofocas” que rolam por lá. Sendo que para isso, irão sortear um dos seguidores para ganhar 1 ano de camisetas grátis, uma por mês, mas com uma meta estipulada: 1.400 seguidores (followers) até 15/06/2008, e ainda um dos seguidores do sorteado também ganha camisetas durante 6 meses, uma por mês.
Ou seja, além de fazer seu público ficar mais “ligado” e próximo da marca, o Camiseteria provoca um certo viral, pois naturalmente as pessoas que gostam da empresa irão promover o Twitteria (como eu por exemplo) para que alcancem a meta e com isso o sorteio seja realizado. Detalhe: se o número de seguidores dobrar na data determinada, eles vão dobrar o prêmio.
Portanto, preste atenção nestes movimentos e perceba o leque de oportunidades diferenciadas para sua empresa. Principalmente para os budgets baixos…
Aproveita e me “segue” também no Twiiter.
Outro dia estava conversando com alguns profissionais da área de marketing e comunicação, e a discussão era em torno dos canais de contato online. Na “roda” estavam os IMs, Twitter, Redes Sociais e e-mail. O tema era sobre quais canais as pessoas estão efetivamente usando para se comunicar e quais efetivamente podemos gerar resultados, ou seja, vendas!
Contei sobre um caso de um cliente nosso, onde gerenciamos sua loja online e atuamos de forma estratégica, segmentada, relevante e mensurável, usando campanhas de e-mail marketing com a base própria.
Quando falei do volume de vendas alcançado no último mês - mais de 87 mil reais - ninguém acreditou!
Portanto, aqui está a prova!

Divirtam-se e depois eu cobro a cerveja!
Todos sabemos que o dia tem 24 horas e que normalmente dedicamos umas 10 a 14 horas a atividades profissionais e mesmo assim não conseguimos dar conta de todas as atividades que nos propomos, ou até que são necessidade para gerar recursos, garantir o salário, o lucro. O objetivo no final é sempre o mesmo: pagar contas.
Mas sem sombra de dúvida, o que mais gera o acúmulo de atividades é a forma como tratamos algumas atividades. Não estou falando especificamente em algum processo de gestão do tempo e nem vou citar algum livro de auto-ajuda neste sentido, mas creio que um “desabafo” pode levar algumas pessoas a repensarem suas posturas.
Dentre uma série de atividades que tenho, levo até o mercado o nosso mais atual produto, o WINI, que vem a ser uma plataforma promocional, capaz de levar pessoas com real interesse em consumo de produtos via web para as lojas online.
Já fui cliente, quando gerenciei o departamento de marketing e comunicação da antiga Brasif Duty Free, atual Dufry e sei que somos “bombardeados” a cada segundo por fornecedores, mídia, empresas querendo apresentar portfólio, resultados, etc.
Acabei de ligar para uma empresa que poderia se beneficiar com o WINI e por algum acaso tecnológico, ouvi a conversa entre a pessoa que atendeu a ligação e a pessoa que era meu contato:
.
- Fulano, é o Ricardo Cabianca, aquele do WINI…
- Cacete, nem vi ainda o email dele…diz que estou em uma reunião importante que quando der eu ligo para ele.
- Ricardo, o Fulano está em uma reunião e assim que terminar peço para te retornar, ok?
Já aconteceu, em outra situação (aliás, várias), quando a pessoa atende o telefone, me deixa falar por uns 3 minutos e no final diz: “Estou em uma reuniãozinha agora, depois eu te ligo…”. Porque então atendeu o telefone?
Bem, meu trabalho é levar para as empresas projetos que gerem resultados. Alguns são bons, outros confesso que nem tanto, mas estamos em um constante aprendizado. O seu trabalho, dependendo do segmento é levar produtos e serviços para seus clientes\consumidres com o objetivo de promover benefícios…e assim por diante.
Ou seja, estamos todos fazendo nosso trabalho!
Aqui vão algumas dicas:
Garanto que estas e outras atitudes farão com que o tempo será um grande aliado e principalmente consiga avaliar os projetos e perceber quando ele pode ou não atender as expectativas e estratégias da sua empresa.
Sabe aquela máxima do Tostines, que diz que “é fresquinho porque vende mais ou vende mais porque é fresquinho”? Para mim é certo que ela se aplica a centenas de realidades em nossas vidas pessoais e profissionais. Mas vamos nos ater as mídias sociais. Estes canais atraem mais audiência porque tem conteúdo ou porque tem conteúdo atraem mais audiência?
Com esta “dúvida” na cabeça e um teclado nas mãos, somado a um texto que recebi da Samantha Shirashi - que apresentava uma avaliação do Mario Lima Cavalcanti, diretor executivo do Jornalistas da Web, sobre 5 grandes portais de notícias do mundo - resolvi realizar uma pequena pesquisa para poder entender e me ajudar a formar uma opinião.
E claro, no conceito da colaboração, quem sabe ajudar você a pelo menos refletir e trocar comigo e com os demais leitores deste blog algumas informações e praticarmos efetivamente o valor da informação colaborativa.
Formulei 3 perguntas e enviei para algumas pessoas de diversos segmentos profissionais. Juro que foram muitas, mas creio que minha capacidade de atrair a atenção está baixa, pois apenas 6 profissionais responderam. Mas independente do número, a qualidade das respostas e principalmente das pessoas manteve alta a minha auto-estima.
Portanto, as fontes de formação do meu raciocínio foram: Jobson Lemos - Jornalista e agitador das mídias lucrativas sociais; Samantha Shirashi - jornalista e profunda pesquisadora do conteúdo perfeito; Ceila Santos - jornalista e estudiosa das mídias sociais; Monica Santanna - também jornalista e sócia da NQM, empresa de comunicação, Alexandre Bastos - professor da Universidade Positivo e Daniela Falcão - profissional especializada em estratégias de relacionamento.
A primeira pergunta que fiz foi: “As pessoas estão em busca de informação, quanto mais segmentada e confiável é melhor, claro. Na sua opinião, qual o critério que uma pessoa usa para identificar qualquer canal de informação, seja on line ou off line (livros inclusive) como o ideal para seu perfil ?”
Não obtive um consenso, pelo contrário. O Jobson afirmou que a escolha é por identificação com suas próprias crenças e indicação de pessoas do seu grupo de convívio familiar e\ou profissional. Com outras palavras a Samantha concordou com ele, quando ela respondeu que “as pessoas buscam nos veículos o reflexo de suas idéias”. Já a Mônica Santanna afirma que busca informação pela credibilidade do autor. Agora a Ceila Santos, o Alexandre Bastos e a Daniela Falcão me surpreenderam, pois cada um tem um perfil profissional diferenciado mas conduziram o mesmo raciocínio de que não existe um padrão de escolha do perfil adequado para uma informação segmentada, dependendo muito do momento em que se encontram e da necessidade atual de cada um.
O segundo questionamento que fiz, com foco na velocidade e quantidade de informação a qual somos bombardeados diariamente, foi: “O que é mais consumido, informação curta e atual para ser “usada” no dia-a-dia, ou informação longa do tipo conhecimento ?”
Neste caso a resposta comum a quase todos foi que os dois formatos de informação propostos na pergunta são consumidos de maneira igual, o que difere é o tipo de público. O Jobson, com sua inteligência e acidez disse que as duas são interdependentes, que sem a primeira (a curta) o indivíduo é alienado e sem a segunda (a longa) o mesmo é analfabeto fuincional. Outra coisa que foi afirmada em quase todas as respostas foi que o uso da informação curta, aquela que nos resume e nos dá uma visão generalista do que está acontecendo, se dá pelo fato de não termos tempo e o Alexandre expôs algo que faz todo o sentido, principalmente em se tratando das mídias colaborativas, onde temos uma multiplicação de fontes de conteúdo e informação. Ele afirma que “como a quantidade de informação disponível e meios aumentou, as pessoas tendem a acessar mais a informação, o que gera o comportamento de “pula-pula” atrás do que interessa. E como o tempo é um fator limitado, tendemos a fracioná-lo mais hoje em razão da disponibilidade maior de “portos” em que podemos atracar“.
A terceira e última questão, real razão e objetivo deste raciocínio colaborativo foi: “Na sua opinião bem pessoal, qual o real valor de se disponibilizar e compartilhar uma informação ?”
Aqui aconteceu uma situação interessante. O grupo de jornalistas afirmou de forma categórica que o valor de se disponibilizar uma informação está na troca, focada no crescimento próprio e de quem tem acesso a mesma. Muito natural, já que um jornalista precisa “soltar” informação pois faz parte da própria existência da profissão. A Daniela, que é heavy-user da Internet, mas não envolvida nas mídias sociais afirma que, na posição de consumidora de informação, o fato de encontrar centenas de conteúdos na web de forma gratuita, a ajuda e muito em sua atividade profissional e nunca imaginou “pagando por informação”.
A minha conclusão
Cada dia que passa, cada experiência adquirida, chego a conclusão que não existe mais um padrão comum para se fazer comunicação e com isso gerar resultados. Qualquer ação que se proponha segmentar uma comunicação e que tenha obtido resultado positivo não pode ser usada na íntegra como benchmark, visto que mesmo que se trate de um mesmo perfil de público-alvo, o “momento” daquele público - e da sociedade em geral - modifica toda e qualquer estratégia.
O que estava atrás, quando imaginei estas perguntas foi exatamente o que afirmei no início, ou seja, será que os novos canais de mídias sociais estão atraindo tantas pessoas por conta do volume de informações “soltas”, curtas e gerais - que promovem que o indivíduo economize tempo se mantendo “informado” do que acontece - ou o volume de pessoas acessando os blogs, rede sociais, podcasts, etc provoca que os editores deste canais gerem informações do tipo drops para saciar as necessidades deste público?
Creio que não temos esta resposta ainda, mas certamente, pelo menos para mim, este exercício de raciocínio validou o que já vinha percebendo, que qualquer pessoa que suba em um palco para afirmar que isto ou aquilo é o que dá certo - dentro do universo das mídias sociais - não pode ser levado a sério. E entendo que bem provavelmente não teremos um livro que defina ou apresente “como ter sucesso com um blog”, pois com a multiplicidade de públicos em centenas de situações e realidades diferentes derruba qualquer teoria.
O que mais vejo como correto é o que já afirmei algumas vezes, de que as nanomídias, aqueles canais de comunicação e relacionamento com pequenos mas seletos grupos de pessoas são muito poderosos e que os profissionais de comunicação e marketing terão que procurar entender, conhecer e utilizar um número grande destes canais para se fazer “massa” e obter os resultados esperados.
Agora, para finalizar, o verdadeiro valor da informação é quando podemos efetivamente fazer uma pessoa pelo menos refletir, pensar, raciocinar e tornar a vida dela um pouco melhor do que está hoje, seja provocando uma mudança de postura quanto evitando um erro pela simples falta de informação.
Isto para mim é muito valioso. E para você?
Fui convidado (e contratado) para acompanhar um evento de apresentação da nova plataforma de gestão de negócios da Amadeus para a indústria de turismo.
Na qualidade de profissional de comunicação e que usa um blog como meio de comunicação e relacionamento, o André Froés – Gerente de Marketing da Amadeus – em conjunto com a Luisa Pinheiro, gerente de conteúdo do Grupo RMA, entenderam que poderia dar uma excelente contribuição com uma visão sobre o evento e principalmente sobre o produto.
O evento aconteceu no Hotel Pestana, aqui em Curitiba e o público-alvo era as agências e operadoras de turismo do Paraná, mercado que segundo o André, precisa e merece uma atenção maior, visto que para a Amadeus é um dos poucos estados brasileiros que eles não são líderes.
Com os olhos mais sobre o negócio, a estratégia e o relacionamento do que sobre a solução Selling Plataform que seria apresentada ao mercado, a primeira informação que me chamou a atenção foi o posicionamento da Amadeus junto à indústria de turismo.
Segundo as informações que recolhi sobre o mercado brasileiro de soluções de venda de turismo – GDS, que agregam o conteúdo, ou seja, tarifas de cias aéreas, hotéis, serviços, etc – é dividido entre a Amadeus e a Sabre, que juntas detêm cerca de 80% e o restante divididos entre 4 ou 5 outras empresas.
Naturalmente estas soluções são muito parecidas, e justamente por isso que a Amadeus está apresentando um novo posicionamento. Com 20 anos de existência, a empresa européia se apresenta como um “parceiro de tecnologia” da indústria de turismo. Com investimentos constantes e altos, a Amadeus mantêm uma equipe de tecnologia de quase 3.000 profissionais em um centro de desenvolvimento de produtos em Nice, na França, além dos que estão alocados aqui no Brasil.
Junto aos investimentos em tecnologia e profissionais – que se assemelham (em valor), por exemplo, a Apple – tem outro fator muito relevante que percebi, mas pouco focado pela própria Amadeus, que é o apoio estratégico que a empresa oferece aos seus clientes, neste caso as agências e operadoras de turismo. Uma das ações deste apoio é o fornecimento de um relatório de tendências sobre o consumo de turismo, divididos por “tribos”, apresentando perfis dos consumidores e como se relacionar com eles.
Inclusive, nesta nova plataforma de negócios existe uma modalidade de registro do perfil do cliente final, com informações interessantes: número de passaporte e quando expira, tipo de assento que o cliente gosta, para onde ele viajou na última vez, etc. Ou seja, informações estratégicas que dão a capacidade para a agência cada vez mais oferecer produtos e serviços de acordo com o perfil de cada cliente.
Outro ponto importante na minha visão e apresentado pelo Flavio Mesquita, Diretor Comercial da empresa, é o apoio que oferecem às empresas no sentido de entender o mundo online, com o objetivo de ajudar a criar mais um ponto de venda e relacionamento com seus consumidores, o que é estratégico, já que um dos grandes concorrentes das agências de turismo é a capacidade que o consumidor tem de planejar e comprar sua viagem diretamente via web, sem a necessidade de passar por uma agência, mas com a visão errada de que “custa mais barato”.

Retornando para o posicionamento “Your technology partner”, a nova plataforma GDS da empresa é certificada pela Microsoft, o que agrega mais valor a própria marca da Amadeus, que é reconhecida como a melhor e mais confiável no que tange o próprio posicionamento, ou seja, são efetivamente os melhores parceiros de tecnologia da indústria de turismo. Segundo Ruy Carlos Lopez, gerente comercial da Advance Turismo, ele usa o sistema Amadeus há 15 anos e afirma que é o de longe o melhor, tanto na qualidade tecnológica quanto no conteúdo oferecido. Entenda como conteúdo as informações sobre tarifas das cias aéreas, hotéis, etc.
Além disso, o Selling Platform foi construído para crescer e receber atualizações de maneira fácil e ágil. Inclusive facilidade e agilidade são outros grandes diferenciais apontados pela equipe do Amadeus e confirmados pelo Rodrigo Souza, diretor da Mala Pronto Viagens – uma agência “diferente” já que seu único canal de venda é a internet – que são verificadas com a nova interface gráfica, com navegação amigável e muito intuitiva. Eu naveguei, usei e também pude comprovar.
Para você ter uma idéia, todas as soluções de mercado para a indústria do turismo trabalham com “linhas de comando”, onde o operador precisa decorar centenas de códigos para realizar pesquisas de tarifas de cias aéreas por exemplo. Já na nova plataforma da Amadeus, o operador pode até continuar usando as linhas de comando, mas apenas por opção, pois toda ela está muito mais fácil, com ícones e informações claras na tela, inclusive fotos dos hotéis, mapas de localização, detalhes dos vôos, etc. Um item interessante é a funcionalidade de inserir um CEP, por exemplo, de onde será uma reunião de negócios, e o sistema da Amadeus apresenta todos os hotéis na região.
Conversando com algumas pessoas no evento, empresários da indústria do turismo bem como profissionais da equipe de vendas da Amadeus, pude listar alguns pontos que ajudam na tomada de decisão pela solução:
Como sabem, não sou profissional da indústria do turismo, estou mais para consumidor dela, mas na qualidade de profissional de comunicação e oferecendo aqui minha visão – o real objetivo quando a Amadeus me convidou para conhecer o produto – posso afirmar que este segmento de mercado tem mesmo um grande parceiro em tecnologia e estratégia de negócios.
Com a experiência mundial da Amadeus, bem como os grandes investimentos em tecnologia, as agências e operadoras de turismo que souberem usar e abusar do que os profissionais da empresa oferecem, podem focar efetivamente no seu principal negócio, ou seja, prestar serviços de viagens e turismo para o público final.
E mais uma lição trago para minha vida profissional com esta experiência. Não dá para trabalhar apenas a tecnologia sem agregar valor com as estratégias de negócios. De nada adianta uma solução de ponta se a empresa que a desenvolveu não fornecer conhecimento sobre como melhor usar a solução, com visão estratégica e de resultados.
Parabéns a Amadeus pelos 20 anos de história e pelo cuidado profissional com o segmento do turismo. Parabéns ao Grupo RMA que usou um canal de mídia social – meu blog, é claro – para levar até o mercado uma visão diferenciada e imparcial sobre o produto de seu cliente.
Obrigado pela oportunidade e pela experiência!
[Publieditorial: como informado no início do texto, fui contratado pela Amadeus para - na qualidade de profissional de comunicação e que lida com as mídias sociais - conhecer o lançamento de um novo produto da empresa, voltado para a Indústria do Turismo, com o objetivo de agregar algum valor dando a minha visão sobre o produto, bem como ser um canal de mídia para a empresa.]
Atualmente temos um bom número de canais de comunicação e troca de informações entre as pessoas e entre as empresas e seu público. Podem ser os IMs, Twitter, Redes Sociais, mas ainda o maior volume vem do uso do e-mail.
Portanto é muito importante que TODAS as pessoas conectadas tenham informações sobre como lidar com este canal.
Faço parte de algumas listas de discussão e em uma delas - a EmpreendedorBR - o texto abaixo é enviado normalmente para todos os participantes. E como na web politicamente correta é necessário repassar a informação, tomei a liberdade de fazer um copy\paste e disponibilizar aqui na íntegra.
1) Grandes empresas NÃO usam correspondência do tipo corrente. A Microsoft e a AOL NÃO estão oferecendo US$ 245 a cada repasse de e-mail, e a Ericsson NÃO está doando celulares.
2) A AMBEV e a NESTLÈ NÃO estão dando kits gratuitos para quem repassar e-mails e mandar confirmação para o endereço indicado.
3) A MTV NÃO lhe dará o direito de ficar nos bastidores se você remeter correspondência a um monte de gente.
4) NÃO é porque alguém escreveu, quatro degraus anteriores da pirâmide, que é verdade (observe, é + uma mera mentira).
.
5) NÃO existe uma organização de ladrões de fígado. Ninguém está acordando numa banheira cheia de gelo, mesmo se um amigo jurar que isto aconteceu ao primo do amigo dele.
6) Se o(s) último(s) desastre(s) envolvendo foguetes da NASA espalharam partículas de plutônio sobre a Costa Leste Americana, você acha realmente que esta informação chegaria ao público por mail?
7) NÃO existem os vírus “Good Times”, “Bad Times”, “Sapinhos Budweiser” etc. Na verdade, você NUNCA, mas NUNCA mesmo, deve reenviar qualquer e-mail alertando sobre vírus antes de primeiro confirmar se um site confiável de uma companhia real o tenha identificado.
8.) Corte aqueles quilômetros de cabeçalhos dos e-mails.
9) Existem mulheres que estão realmente sofrendo no Afeganistão, e as finanças de diversas empresas filantrópicas estão vulneráveis, mas reenviar um e-mail NÃO ajudará esta causa. Se você quiser ajudar, procure seu deputado, a Anistia Internacional ou a Cruz Vermelha. E-mails “os abaixo-assinado” geralmente são falsos, e nada significam para quem detém o poder para fazer alguma coisa sobre o que está sendo denunciado. São meios de obter endereços eletrônicos.
10) NÃO existe nenhum projeto para ser votado no Congresso que reduzirá a área da Floresta Amazônica em 50%; e nem para deixar de cobrar pedágio; portanto NÃO perca tempo nem “pague mico” assinando e repassando aqueles furiosos abaixo-assinados de protesto, ou comunicando este tipo de coisa.
11) Você NÃO vai morrer nem ter azar no amor se arrebentar uma “corrente”. Sejamos inteligentes e recusemos esse tipo imbecil de ajudar hackers e spammers (propagandas).
12) Escrever um e-mail ou enviar qualquer coisa pela Internet é fácil… NÃO acredite automaticamente em tudo. Observe o texto, reflita, analise tudo isto antes de repassar aos amigos.
13) Quando nós recebemos mensagens pedindo ajuda para alguém, com alguma foto comovente, NÃO repasse apenas “pra fazer a sua parte “,… pode haver alguém cheio de má intenção, por trás deste e-mail… verifique a veracidade das informações… Afinal, próximo de sua casa, há sempre alguém carente que vc poderá ajudar, se esta for sua opção de vida.
14) Cuidado! Muito cuidado com mensagens-lista de dados de pessoas, que cada um vai assinando, colocando seus endereços e telefones reais, repassando… Podem facilmente ser utilizados por assaltantes, seqüestradores, etc.
15) Agora, SIM, ENVIE esta mensagem a seus amigos e conhecidos, e ajude a colocar ORDEM nessa imensa casa chamada Internet. Lembre-se que a cada dia chegam milhares de inexperientes na Internet, e quanto mais pudermos ensinar, será de grande valia a todos.
16) Seja educado e responda a todos. Utilize-se sempre de endereçamento no campo CCO (Com cópia oculta) quando enviar para endereços de e-mail que possam expor as pessoas à spammers, ou quaisquer más intenções.
.
FINALMENTE O MAIS IMPORTANTE: Quando você reenviar mensagens, retire os nomes e e-mails das pessoas por onde os e-mails já passaram: tem programas rodando na Internet para “pegar” tudo que tiver antes e depois de um “@”. Isso é vendido para Spamers, que muitas vezes espalham vírus. Quando for mandar uma msg para mais de uma pessoa, não envie com o “para” nem com o “Cc”, envie com o “Cco” (carbon copy ocult) ou “Bbc” (blind copy), que não vai aparecer o endereço eletrônico de nenhum destinatário… Quando todos fizermos isso, livraremos a Internet de 80% dos vírus e do lixo …

.
Que tal aproveitar que Deus deu capacidade ao homem de criar e inventar, e este promoveu o desenvolvimento da Internet e seus canais interativos e de publicação de conteúdo, para fazer uma oração e compartilhar com o mundo inteiro?
Esta é a proposta do blog Dear God - que afirma não ser ou ter nenhuma relação com igrejas, seitas ou organizações religiosas, o que é muito importante. Você pode publicar suas orações divididas por categorias, e o que é melhor, aberta a comentários e participação de todas as outras pessoas.
Não deixa de ser uma excelente estratégia divina para reaproximar as pessoas de Deus, já que este relacionamento está (ou sempre esteve) comprometido. Cada um tem sua forma de acreditar, seguir ou entender os mandamentos divinos - eu tenho a minha, sou Cristão Protestante - e nada melhor do que a internet para disseminar esta liberdade.
E no blog tem até espaço para o humor, como um post que propõe que Jesus “mude” sua marca - a Cruz - e use um blog e o Youtube para apresentar o Velho e o Novo Testamento.