Você confia na opinião de especialistas ou de consumidores?
29 de março de 2008 | Publicado por Ricardo Cabianca | Arquivado em Corporativo |No meu caso, nas duas, pois são informações importantes para formar a minha opinião sobre algo. E neste caso, tanto me fazem raciocinar como economizar tempo em testes e erros.
Isso sempre aconteceu, quantas coisas decidimos fazer ou comprar por conta de opiniões que recolhemos em nossa vizinhança, família, trabalho e amigos?
Este é um dos pontos para se refletir quando raciocinamos em hiperlink, no sentido de usar os canais de mídias sociais em conjunto com demais outros canais de comunicação, relacionamento, propagação de idéias, conceitos, marcas, conteúdo, etc etc etc etc…
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Por exemplo, a revista VEJA possui a seção chamada Guia Veja e na semana passada fez um a avaliação sobre os produtos usados pelos homens para fazer a barba.
O modelo é simples, pediram indicações e opiniões de especialistas, entre eles profissionais das empresas que desenvolvem os produtos, profissionais que usam os produtos em suas atividades e ainda especialista em envelhecimento de pele e um colecionador de aparelhos de barba antigos.
E pediram a mesma opinião para consumidores. Neste caso, escolheram pessoas com o seguinte perfil: homens públicos, com boa imagem junto a sociedade, de várias áreas de atuação. Ou seja, nós fortes em suas redes de relacionamento.
O resultado foi a apresentação de várias opções de produtos e em alguns casos a opinião de cada grupo, dos especialistas e dos consumidores ilustres.
Ainda dentro do debate que aconteceu nesta semana na Editora Globo, onde o objetivo dos jornalistas da empresa era entender um pouco mais sobre o trato com as mídias sociais, como usá-las e entendê-las, fiz uma pequena “tempestade mental comigo mesmo” e cheguei a um simples pensamento estratégico.
Raciocinem comigo:
1. A revista VEJA publica a matéria na sua edição impressa
2. Indica o site da revista como área de interação com o público leitor e consumidor
3. Existem as opiniões dos especialistas, dos consumidores ilustres mas no site recolhem opiniões dos consumidores comuns, inclusive apontando outros produtos que não foram citados na matéria, deixando livre para a expressão positiva e negativa. Estas opiniões são dadas através de comentários na página da seção, numa estrutura de blog, ou seja, comentários logo abaixo do texto, aberto para todos verem, com links dos autores – caso tenham blogs.
4. Depois de uma semana, apresentam um ranking de produtos, com base nas opiniões dos consumidores comuns e convidam os representantes de cada marca para responderem alguns comentários mais relevantes, seja positivo ou negativo.
5. Finaliza com um texto, nesta mesma área (update) com uma conclusão do Editor da seção, aproveitando todos os comentários, linkando com possíveis blogs que publicaram sobre o tema, etc etc etc.
O que acham? Não seria uma estratégia interessante usando pelo menos 2 canais de mídia e aproveitando a força da rede social?
Aí você que é da Editora Globo ou da Editora Abril e até mesmo um anunciante está se perguntando agora “..mas como posso capitalizar sobre esta ação?”. É claro que já devem ter pensado em como fazer isso, mas mesmo assim eu respondo: “Não me peçam para dar a única coisa que tenho para vender (Cacilda Becker)”.
Acho que fui claro né?




Já entregou, né, Cabianca?
Tudo bem, criar e gerenciar é mais que a receitinha aí em cima. Mas quem quer aprender, aprende.
Sucesso!
bj
Oi Lu, bom te ver por aqui! Sabemos que não é simples assim, mas sem dúvida tem que ter capacidade para gerenciar a receitinha…rs. Beijão!