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	<title>Ca'Bianca Blog &#187; propaganda</title>
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	<description>Só mais um blog do WordPress</description>
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		<title>Criança, a alma do negócio!</title>
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		<comments>http://www.cabianca.net/blog/crianca-a-alma-do-negocio/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 29 Nov 2008 17:14:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Cabianca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<description><![CDATA[O assunto é polêmico, eu sei. São vários os pontos de vista, mas quem tem filhos pequenos ou já passou por esta experiência paterna/materna, sabe a força que a comunicação tem sobre estes serzinhos&#8230;
A dica é da minha filha, 15 anos, e vem do blog Pula o Muro, que apresenta a o texto: &#8220;O vídeo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O assunto é polêmico, eu sei. São vários os pontos de vista, mas quem tem filhos pequenos ou já passou por esta experiência paterna/materna, sabe a força que a comunicação tem sobre estes serzinhos&#8230;</p>
<p>A dica é da minha filha, 15 anos, e vem do <a href="http://pulaomuro.blogspot.com/2008/11/criana-alma-do-negcio_7935.html" target="_blank">blog Pula o Muro</a>, que apresenta a o texto: &#8220;<em>O vídeo (abaixo) acima é o trailler do documentário Criança, a alma do negócio, de Estela Renner e Marcos Nisti, que foi lançado durante o 2º Fórum Internacional Criança e Consumo, no dia 23 de setembro deste ano, no Instituto Itaú Cultural, em São Paulo.</em>&#8221;</p>
<p>Vale a pena a reflexão. E se alguém descobrir onde podemos assitir todo o documentário, deixe um comentário&#8230;</p>
<p><object width="425" height="349" data="http://www.youtube.com/v/rW-ii0Qh9JQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/rW-ii0Qh9JQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>E vale a pena <a href="http://pulaomuro.blogspot.com/2008/09/agora-nossa-vez-de-falar.html" target="_blank">ler um resumo</a> do <a href="http://www.forumcec.org.br/debate-educacao-consumo-e-infancia-24-09" target="_blank">Fórum Internacional Criança e Consumo</a>, também no <a href="http://pulaomuro.blogspot.com/2008/09/agora-nossa-vez-de-falar.html" target="_blank">Pula o Muro</a>!
<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-left: 10px; margin-right: 20px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.cabianca.net%2Fblog%2Fcrianca-a-alma-do-negocio%2F"><br />
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		<title>Uma outra visão sobre os &#8220;nós&#8221; sociais.</title>
		<link>http://www.cabianca.net/blog/uma-outra-visao-sobre-os-nos-sociais/</link>
		<comments>http://www.cabianca.net/blog/uma-outra-visao-sobre-os-nos-sociais/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 07:07:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Cabianca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
		<category><![CDATA[anunciantes]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma das questões mais debatidas sobre o crescimento das mídias sociais, é referente ao tripé Reputação, Popularidade e Autoridade de atores que circulam por este segmento. Estes termos estão ligados ao que chamamos de &#8220;nós sociais&#8221;, pontos e/ou pessoas que são acessadas, lidas, comentadas, ouvidas, etc, por centenas de milhares de outras pessoas e que, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das questões mais debatidas sobre o crescimento das mídias sociais, é referente ao tripé Reputação, Popularidade e Autoridade de atores que circulam por este segmento. Estes termos estão ligados ao que chamamos de &#8220;nós sociais&#8221;, pontos e/ou pessoas que são acessadas, lidas, comentadas, ouvidas, etc, por centenas de milhares de outras pessoas e que, por conta disso, podem gerar alguma influência e formar opiniões.</p>
<p>Um excelente texto, explicativo e provocativo sobre este tema, está publicado no <a href="http://http://pontomidia.com.br/raquel/arquivos/reputacao_popularidade_e_autoridade_em_redes_sociais_na_internet.html" target="_blank">blog da Raquel Recuero</a>, vale a pena a leitura para entender e se posicionar quanto ao assunto em questão.</p>
<p>E por conta desta discussão, muitas &#8211; senão a grande maioria &#8211; das agências de comunicação, que estão buscando entender o que são estas redes sociais, visto que existe uma força dos anunciantes em querer participar delas, sob o ponto de vista de geração de negócios, não sabem como identificar estes nós sociais.</p>
<p>Efetivamente, se pensarmos que estes nós sociais são pessoas, fica difícil para uma empresa perceber como estampar sua campanha de comunicação. Seria como imaginar que cada pessoa que tem reputação, popularidade e autoridade por meio de seu blog ou rede social, tivesse que sair na rua como um homem-sanduiche, aquele que carrega uma placa na frente e nas costas, vendendo algo.</p>
<p>Mas venho raciocinando sobre isso e percebi que não necessariamente um nó social precisa ser um ator dentro das mídias sociais, mas sem sombra de dúvida, pode ser um nó que se configura em um agregador de pessoas, mas que oferece algo em troca.</p>
<p><strong>Com esta visão, colocamos no ar um projeto chamado Apaixone-se.</strong></p>
<p><a href="http://www.sepha.com.br/apaixonese/"></a></p>
<p><a href="http://www.sepha.com.br/apaixonese/"><img class="aligncenter size-full wp-image-535" title="apaixoneseweb" src="http://www.cabianca.net/blog/wp-content/uploads/2008/11/apaixoneseweb.jpg" alt="" width="500" height="293" /></a></p>
<p>Somos <a href="http://www.wb4b.com.br/publico/produtos.gestao.php" target="_blank">gestores de algumas lojas online</a>, e uma delas, a <a href="http://www.sepha.com.br/" target="_blank">Sepha Perfumes</a>, tem uma grande participação dos consumidores ou não, em uma simples atividade &#8211; mas com um valor intangível. As pessoas naturalmente fazem comentários sobre os perfumes que gostam, compram ou admiram.</p>
<p>Percebendo este potencial, o <a href="http://www.sepha.com.br/apaixonese/" target="_blank">Apaixone-se </a>se transformou em um local onde estas pessoas &#8211; e todas aquelas com algum tipo de ligação emocional com as fragâncias, possam interagir entre elas, tendo como pano de fundo as marcas dos perfumes.</p>
<p>Lá, qualquer pessoa pode pesquisar o que outras pessoas estão comentando sobre qualquer perfume, que por ser um produto de uso muito pessoal &#8211; tem ligação direta com o emocional, com a personalidade e estilo, acaba por agrupar as mesmas de acordo com cada marca.</p>
<p>Como tudo que se cria dentro deste novo meio da web2.0, ainda não sabemos até onde podemos chegar com este projeto, mas sem sombra de dúvida, avaliando as primeiras semanas de uso, percebemos um grande crescimento da participação.</p>
<p><strong>As agências precisam pensar como os consumidores, com interconexão!</strong></p>
<p>Voltando ao problema das agências e empresas anunciantes, em identificar onde e como participar das mídias sociais, creio que um primeiro passo é buscar quais são os outros nós, ou concentradores de público &#8211; nichos e bem segmentados.</p>
<p>A partir daí, talvez fique mais fácil entender como funciona, que tenho repetido insistentemente: na web, o &#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Philip_Kotler" target="_blank">Kotler</a>&#8221; é o mesmo, só muda a dinâmica.
<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-left: 10px; margin-right: 20px;">
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			</a>
		</div>
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		<title>Aprendendo com o Fábio Fernandes e o Nizan Guanaes</title>
		<link>http://www.cabianca.net/blog/aprendendo-com-o-fabio-fernandes-e-o-nizan-guanaes/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Oct 2008 00:49:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Cabianca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[fabio fernandes]]></category>
		<category><![CDATA[max midia]]></category>
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		<description><![CDATA[Não sei se você já viu, mas está rolando pela web o vídeo que reproduz a discussão entre o Fábio Fernandes, presidente da F/Nazca e o Nizan Guanaes, presidente de um monte de coisas&#8230;.
Vi este vídeo no blog do Fábio Seixas, mas vou reproduzir aqui para que logo após, você continue lendo meu texto abaixo.

Bem, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei se você já viu, mas está rolando pela web o vídeo que reproduz a discussão entre o Fábio Fernandes, presidente da F/Nazca e o Nizan Guanaes, presidente de um monte de coisas&#8230;.</p>
<p>Vi este vídeo no <a href="http://blog.fabioseixas.com.br/archives/2008/10/so_para_apimentar_meu_recado_sobre_a_crise.html" target="_blank">blog do Fábio Seixas</a>, mas vou reproduzir aqui para que logo após, você continue lendo meu texto abaixo.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/eFJbrI6VXvU&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/eFJbrI6VXvU&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Bem, acreditando que viu toda a cena, recebi há pouco um email que reproduzia um email que o Fábio Fernandes supostamente escreveu à toda sua equipe, talvez para justificar a sua participação no &#8220;debate&#8221;.</p>
<p>Não cabe aqui reproduzir na íntegra, pois apesar de ter recebido de fonte confiável, esta recebeu de uma outra fonte, que veio de outra&#8230;e vocês já devem entender que possa não ser do citado autor.</p>
<p>Mas apesar disso, tem um parágrafo que me chamou muito a atenção e queria que você lê-se:</p>
<blockquote><p><span><span><em>&#8220;Não é à toa que ele está tão preocupado com a crise de liquidez que todos vamos enfrentar nos próximos tempos. Ele sabe que o dinheiro, quanto mais valioso e raro fica, melhor tem que ser aplicado. E, com menos dinheiro, é a inteligência o que a propaganda vai voltar a exigir. Quanto mais economizarmos, compensados por uma mensagem forte e memorável, mais eficientes seremos para os nossos clientes. Ninguém lembra de um amigo medíocre que fala pouco, alguns até se recordam de um amigo chato que fala muito, mas todos sentem saudades do amigo genial que falava coisas legais. Ou seja: o modelo de negócio dele desmoronou. A festa acabou para quem não passava de vendedor de um montão de espaço na mídia e começou para quem tem o Que e o Como dizer nesse espaço, que será inevitavelmente menor.&#8221;</em></span></span></p></blockquote>
<p>Independente das questões pessoais, o que imagino que já está acontecendo no mercado é exatamente a previsão do Fábio, ou seja, as empresas não podem mais se dar o luxo de apenas ocuparem espaços de mídia disponíveis, e da mesma forma, não creio que seja também o Que e o Como citado pelo presidente da F/Nazca, mas somado o Quanto Vende.</p>
<p>É claro que um planejamento estratégico de comunicação bem estruturado, embasado, com uma linha criativa redonda e impactante são fatores importantes para se obter resultados, mas mais do que isso, é saber como se relacionar com o público-alvo, como entender efetivamente seus desejos e necessidades e claro, atender a estes desejos, sem falsas promessas.</p>
<p>Faz muito tempo que a propaganda mudou, o relacionamento entre as marcas e seus consumidores mudou, a responsabilidade das empresas com a sociedade aumentou, ou seja, não basta o horário nobre para vender.</p>
<p>E todos nós sabemos que a vida é feita de ciclos, e nisso eu concordo com o Fábio Fernandes. O atual momento certamente irá provocar uma seleção natural no mercado como um todo.</p>
<p>O que podemos aprender com estes dois ícones da propaganda brasileira? Bem, eu aprendi que ego só serve para inflar balão&#8230;
<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-left: 10px; margin-right: 20px;">
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			</a>
		</div>
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		<title>#digitalage08. Primeiro dia de evento.</title>
		<link>http://www.cabianca.net/blog/digitalage08-primeiro-dia-de-evento/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 10:39:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Cabianca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corporativo]]></category>
		<category><![CDATA[digital age]]></category>
		<category><![CDATA[midia digital]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>
		<category><![CDATA[propaganda]]></category>
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		<description><![CDATA[Sinceramente, em resumo, foi mais do mesmo.
Mas nem tudo. Em primeiro lugar, foi muito bacana ver uma boa parcela de blogueiros sendo credenciados como canais de informação &#8211; ok, como Imprensa, mas uma boa parte não é jornalista &#8211; para de alguma forma &#8220;cobrir&#8221; o evento, ou melhor, acelerar as informações tratadas durante o mesmo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sinceramente, em resumo, foi mais do mesmo.</p>
<p>Mas nem tudo. Em primeiro lugar, foi muito bacana ver uma boa parcela de blogueiros sendo credenciados como canais de informação &#8211; ok, como Imprensa, mas uma boa parte não é jornalista &#8211; para de alguma forma &#8220;cobrir&#8221; o evento, ou melhor, acelerar as informações tratadas durante o mesmo, por meio dos novos canais, neste caso o <a href="http://twitter.com/home" target="_blank">Twitter</a>.</p>
<p>Em segundo lugar, encontrar pessoas ao vivo faz valer muito a pena esta vida inteconectada. Nenhum texto publicado, nenhuma menção em rede social, nenhum link, vale mais do que um bom aperto de mão e um abraço.</p>
<p>Mas voltando ao foco do evento, as duas palestras da parte da manhã foram interessantes para vermos e ouvirmos o que grandes pensadores e profissionais dizem sobre o mercado.</p>
<p>Mr Lawrence Lessig, criador do <a href="http://www.creativecommons.org.br/" target="_blank">Creative Commons</a>, deu uma <a href="http://br.youtube.com/watch?v=NtNIfxG4-t8" target="_blank">aula de história americana</a> para explicar o conceito de propriedade intelectual. Particularmente penso que sim, podemos dividir nossas criatividades com todos, desde que respeitem o que eu faço e, se for para gerar receita com ela, que eu ganhe também. E este é o maior problema: <a href="http://twitter.com/Cabianca/statuses/941859346" target="_blank">sempre quando entra o vil metal</a>, interesses lucrativos, a conversa de compartilhamento muda de figura.</p>
<p>Em seguida, <a href="http://br.youtube.com/watch?v=mrPFcl37Cqc" target="_blank">Mr Seth Godin, no alto do monte</a>, efetivamente vestido de guru, diz que para uma marca crescer e aparecer na web, ela precisa criar coisas que sejam comentadas pelos consumidores, que toquem o lado emocional das pessoas e que o modelo de publicidade que interrompe o tempo das pessoas &#8211; TV &#8211; está falido.</p>
<p>Bem, 90% do que ele disse é o que 10% do mercado profissional de comunicação já sabe, só não concordo que publicidade em TV está falida, porque ainda temos 70% da população que assiste novela das oito&#8230;</p>
<p>Isso nos leva para a última parte do dia do evento, quando alguns profissionais reconhecidos no mercado de comunicação subiram no palco sob o tema &#8220;Verdades incovenientes da publicidade 2.0&#8243; e o que pude notar é que a grande verdade é que ninguém sabe exatamente o que está sendo feito.</p>
<p>Na verdade, tudo vale a pena, desde que tenhamos capacidades de usar a criatividade para realizar o propósito da nossa existência no mercado, ou seja, vender o produto do Cliente.</p>
<p>Isso é papo para um livro inteiro e para um grande, amplo e continuo debate, que pode ser aqui neste blog, que pode ser em fóruns, em troca de emails, no Twitter, etc. Mas é necessário mesmo se debater para descobrirmos coisas novas a cada momento.</p>
<p>Acompanhe o <a href="http://blogblogs.com.br/livestream/name/digitalage" target="_blank">dia de hoje do #digitalage08</a>, acho que teremos excelentes surpresas!</p>
<p>E leia também o que outros profissionais viram no #digitalage08, neste caso do <a href="http://amanaie.com.br/pordentro/no-digital-age-diretores-de-agencias-dizem-que-redes-sociais-sao-bons-lugares-para-seduzir/" target="_blank">Gilberto Jr</a> e a <a href="http://baunilha.org/2008/10/01/digital-age-20-publicidade-20/" target="_blank">Bruna Calheiros</a>.
<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-left: 10px; margin-right: 20px;">
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			</a>
		</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Uma rede social não se mede pela audiência e sim pelo resultado que ela pode gerar.</title>
		<link>http://www.cabianca.net/blog/uma-rede-social-nao-se-mede-pela-audiencia-e-sim-pelo-resultado-que-ela-pode-gerar/</link>
		<comments>http://www.cabianca.net/blog/uma-rede-social-nao-se-mede-pela-audiencia-e-sim-pelo-resultado-que-ela-pode-gerar/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 02:13:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Cabianca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Varejo]]></category>
		<category><![CDATA[estratégias]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>
		<category><![CDATA[propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Já é a segunda vez nesta semana que cito o Marcelo Coutinho aqui, mas desta vez &#8220;ele foi longe&#8221;&#8230;rs
Durante o dia de hoje, recebi um email dele encaminhando seu raciocínio sobre o valor de uma rede social e que foi publicado no blog da Idéias 2.0. Juro que passei o resto da tarde e princípio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já é a s<a href="http://cabianca.net/blog/porque-os-investimentos-em-publiciadade-podem-virar-prejuizo-com-o-crescimento-das-midias-sociais/" target="_blank">egunda vez nesta semana</a> que cito o <strong>Marcelo Coutinho</strong> aqui, mas desta vez &#8220;ele foi longe&#8221;&#8230;rs</p>
<p>Durante o dia de hoje, recebi um email dele encaminhando seu raciocínio sobre o <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/ideia20/archive/2008/08/28/quanto-vale-uma-rede-social/" target="_blank">valor de uma rede social e que foi publicado no blog da Idéias 2.0</a>. Juro que passei o resto da tarde e princípio da noite ruminando as conclusões, ou pelo menos, as &#8220;levantadas de bola&#8221; que o Marcelo fornece em seu texto.</p>
<p>E como nesta vida de rede social, os nós são interligados por hyperlinks, aqui vai a minha visão sobre o que imagino ser o &#8220;<strong>valor de uma rede social</strong>&#8220;.</p>
<p>A primeira &#8220;bola&#8221; que o &#8220;levantador&#8221; oferece é esta: &#8220;<em>Uma primeira aproximação do mercado </em>[com as Redes Sociais] <em>é a de medir o valor de uma rede social pela sua audiência, o que é um equívoco, pois equivale a igualar um “espectador” a um “amigo” ou “inimigo”.</em></p>
<p>Concordo plenamente e este é o maior erro do mercado publicitário &#8211; e seus clientes anunciantes. Estão tentando enxergar as mídias sociais com os mesmos olhos dos veículos de mídia, digamos, tradicionais.</p>
<p>Uma pequena, antiga e rápida história para ilustrar. Em 1992 eu atendia uma grande indústria de cerveja, que tinha um produto que estava perdendo mercado. Dentre algumas estratégias colocadas em prática, a que ficou sob minha responsabilidade foi a de identificar em algumas cidades, pessoas influentes que tinham o costume de oferecer em suas residências, festas, jantares&#8230; O que fizemos: &#8220;contratamos&#8221; estas pessoas, as treinamos sobre o produto e &#8220;patrocinamos&#8221; as festas, somente para que falassem sobre o produto, servissem o mesmo e seus convidados saíssem de lá com o pensamento: &#8220;se fulano bebe a cerveja xpto, eu também vou beber&#8230;&#8221;.</p>
<p><a href="http://www.sepha.com.br/cat/perfumes/3381.html" target="_blank"><img class="alignleft" style="margin: 10px;" title="212 Sexy - Carolina Herrera" src="http://www.sepha.com.br/imagens/mai06/212sexy.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a>Agora, uma pequena, rápida e atual história. Em uma das lojas que <a href="http://www.wb4b.com.br/publico/produtos.gestao.php" target="_blank">administramos aqui na empresa</a>, a <a href="http://www.sepha.com.br/cat/perfumes/3381.html" target="_blank">Sepha Perfumes</a>, os consumidores tem a liberdade de comentar o que acham dos produtos, chegando ao ponto de quase virar um &#8220;chat&#8221;, como é o caso do <a href="http://www.sepha.com.br/cat/perfumes/3381.html" target="_blank">212 Sexy de Carolina Herrera</a>. Se um consumidor está em dúvida sobre determinado produto, creio que 13 pessoas falando sobre, pode, no mínimo, levantar a atenção sobre o mesmo.</p>
<p>O que estou declarando é que o Marcelo foi perfeito e brilhante em tentar demostrar em números &#8211; e ele raciocína assim, afinal não seria diretor do Ibope Inteligência &#8211; o quanto vale uma rede social. Mas melhor do que isso, foi entender que não é possível &#8220;valorar&#8221; uma rede social, como os anunciantes e suas respectivas agências teimam fazer, para tentarem entender e usar este segmento.</p>
<p>Ainda não temos métricas padronizadas &#8211; e acho que um dia até podemos chegar a tê-las &#8211; mas certamente o maior valor das redes sociais está no resultado que elas podem provocar.</p>
<p>Por exemplo, será que uma das treze mulheres que comentaram sobre o perfume na Sepha não provocou pelo menos um venda? Claro que sim! Tanto que além de medirmos isso internamente, promovemos tal canal.</p>
<p>O que está claro é o seguinte: o que aumentou foi o trabalho braçal e de inteligência para captar todas as formas de comunicação segmentada e pulverizada em diversos canais e centenas de milhares de nichos de público. E quem quiser se estabelecer neste novo mercado, terá que suar a camisa, e muito!</p>
<p>O que confirma a conclusão do Marcelo em seu artigo: &#8220;<em>Capital social não se “compra”, se constrói. Através de interações relevantes, recíprocas e duradouras –ou seja, um projeto de comunicação com redes sociais não vai caber na régua estreita do “ROI” de orçamentos mensais. Mais do que grandes números –ou investimentos— exige um trabalho constante e perene.</em>&#8221;</p>
<p><strong>[update ultramegafast]</strong> O que profissionais atuantes nas mídias sociais falam sobre a relação das empresas com estes canais</p>
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		<title>Não sei o público do produto. Vamos anunciar para todos&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Aug 2008 22:19:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Cabianca</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>É claro que não dá para imaginar que a simplicidade do raciocínio citado no título acima passou pela cabeça dos planejadores, criativos da AlmapBBDO e dos executivos da Volkswagen, mas não seria nada estranho&#8230;.</p>
<p>Foi a primeira coisa que pensei quando vi o novo filme do New Bettle! São vários nichos de perfil de público: brancos, negros, mulheres, homosexuais, pessoas da terceira idade, etc etc etc.</p>
<p>As vezes as grandes idéias surgem de pensamentos simples.</p>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/69mEKUTuzqc&amp;hl=en&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/69mEKUTuzqc&amp;hl=en&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object>
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