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	<title>Ca'Bianca Blog &#187; economia solidária</title>
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		<title>No Mercado: O impacto da Fast Fashion na vida de milhões de pessoas</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Sep 2010 01:42:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>No Mercado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecosol]]></category>
		<category><![CDATA[No Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
		<category><![CDATA[economia solidária]]></category>

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		<description><![CDATA[
Fast-Fashion (moda rápida ) é um termo utilizado por marcas de roupa que possuem uma política de produção rápida e contínua de peças, trocando semanalmente ou até diariamente a suas coleções. O conceito foi criado por grandes varejistas da europa como H&#38;M e Zara e basicamente prega a produção e o consumo rápido.
“- A loja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cabianca.net/blog/wp-content/uploads/2010/09/Nomercado1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1347" title="Nomercado" src="http://www.cabianca.net/blog/wp-content/uploads/2010/09/Nomercado1.jpg" alt="" width="618" height="62" /></a><br />
<img title="Fast Fashion Kills" src="http://www.cabianca.net/blog/wp-content/plugins/wb4b-o-matic/cache/3af4b_fast.jpg" alt="" width="600" height="600" />Fast-Fashion (moda rápida ) é um termo utilizado por marcas de roupa que possuem uma política de produção rápida e contínua de peças, trocando semanalmente ou até diariamente a suas coleções. O conceito foi criado por grandes varejistas da europa como H&amp;M e Zara e basicamente prega a produção e o consumo rápido.</p>
<p><em>“- <strong>A loja cria uma relação mais intensa com o consumidor, porque educa o cliente a não esperar por liquidações</strong>. Se ele não comprar logo a peça de que gostou, semana que vem ela já pode ter sido vendida. O cliente passa a ir mais ao ponto de venda e, em conseqüência, compra mais.”</em> Define alberto Serrentino, sócio-sênior da Gouvêa de Souza &amp; MD, consultor especializado em varejo em uma matéria no site <a href="http://fashionbubbles.com/negocios/lojas-brasileiras-adotam-%E2%80%9Cfast-fashion%E2%80%9D-criado-na-europa/">Mercado Competitivo postada no blog Fashion Bubbles.</a></p>
<p>Na mesma matéria João Bailey, sócio da Checklist diz que o <strong>aumento da produção garante preços mais acessíveis</strong>. Isso, além das novidades das araras, atrai os clientes às lojas: <em>“- Essa estratégia do fast fashion atinge em especial a cliente que vai usar de três a cinco vezes as nossas peças. E, depois, quer novidades. “</em></p>
<p>Mas espere um pouco,  a conta simplesmente não fecha, como é possível aumentar absurdamente o número de peças e modelos e ainda diminuir o preço?</p>
<p>Por trás do slogan  “<em>sempre temos novidades</em>” a verdadeira intenção do Fast Fashion é produzir e vender o mais rápido possível. Ele é um movimento liderado e forçado por grandes varejistas que movimentam milhões de doláres e consequemente milhões de pessoas, sim, as pessoas que não foram citadas em nem sequer uma linha da grande maioria das matérias que li sobre o assunto.</p>
<p><img src="http://www.cabianca.net/blog/wp-content/plugins/wb4b-o-matic/cache/ba2ee_honduras.jpg" alt="" width="460" height="276" /></p>
<p><em>Foto: Eugene Hoshiko/Associated Press</em></p>
<p>Também questionando esta conta irracional a jornalista do Guardian <a href="http://www.guardian.co.uk/profile/lucysiegle">Lucy Siegle</a> <a href="http://www.guardian.co.uk/world/2010/aug/08/fashion-sweatshops-lucy-siegle-comment">escreveu uma matéria</a> que investigou o impacto desta política  nas fábricas e nas pessoas que produzem estas roupas.</p>
<p>As fábricas destes grandes varejistas estão localizadas em países subdesenvolvidos como Cambodia, Bangladesh e Índia aonde é comum o trabalho análogo à escravidão infantil. É basicamente uma constante as pessoas que produzem estas peças tem péssimas condições de trabalho e salários baixíssimos.</p>
<p>Ela pede para visualizarmos: “Imagine uma fábrica  recebendo um fax de última hora ´pedindo´ para que uma peça seja modificada. Ela não tem capacidade, mas você acha que eles irão recusar um pedido de seu cliente? É claro que não, eles simplesmente vão dar um jeito de atender a este pedido”. Adivinhe quem sofre neste processo? Claro as pessoas que serão exploradas a trabalhar mais, em piores condições e com um prazo menor.</p>
<p>E os grandes varejistas aproveitando a posição de poder continuam a pressionar estes fornecedores exigindo prazos mais rápidos e preços mais baixos, as fábricas não querem perder os clientes e fazem tudo o que se pede e toda a “bomba” cai no colo destes trabalhadores que são explorados até o limite.</p>
<p><strong><a href="http://feedproxy.google.com/~r/coletivoverde/~3/dqgJ3PhYneg/" target="_blank">Leia mais no Blog original!</a></strong>
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			</a>
		</div>
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		<title>Economia Solidária alcança lucro anual de quase 8 bilhões de reais.</title>
		<link>http://www.cabianca.net/blog/economia-solidaria-alcanca-lucro-anual-de-quase-8-bilhoes-de-reais/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 14:47:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Cabianca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecosol]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
		<category><![CDATA[economia solidária]]></category>

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		<description><![CDATA[No ano passado publiquei um texto comentando sobre o resultado da Economia Solidária, mapeado pelo governo, havia alcançado a marca de 6 bilhões de reais de faturamento.
Este ano, quando aconteceu a II Conferência Nacional de Economia Solidária, o Sistema Nacional de Informações em Economia Solidária coordenado pelo  Ministério do Trabalho divulgou que mais de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="margin: 20px;" title="Economia Solidária" src="http://www.cabianca.net/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_campanha_es.jpg" alt="" width="270" height="154" />No ano passado <a href="http://www.cabianca.net/blog/um-mercado-de-mais-de-r-6-bilhoeste-interessa/" target="_blank">publiquei um texto</a> comentando sobre o resultado da Economia Solidária, mapeado pelo governo, havia alcançado a marca de 6 bilhões de reais de faturamento.</p>
<p>Este ano, quando aconteceu a <a href="http://insanidadeperdoada.blogspot.com/2010/06/participacao-na-ii-conaes.html" target="_blank">II Conferência Nacional de Economia Solidária</a>, o Sistema Nacional de Informações em Economia Solidária coordenado pelo  Ministério do Trabalho divulgou que mais de 1,6 milhão de pessoas em 21.859 empreendimentos econômicos produzem lucro mensal de R$ 653 milhões – pouco menos de R$ 8 bilhões  por ano.</p>
<p>Os dados constam ainda que mais de 43% dos empreendimentos de economia solidária estão registrados na Região Nordeste. No Sudeste são 18%; no Sul 16%; no Norte 12%; e no Centro Oeste os demais 10%. Do total de 1.687.496 pessoas envolvidas nos empreendimentos, 62,8% são homens e 37,4% mulheres.</p>
<p>Bernadete Barbosa, pernambucana de 46 anos, é uma delas. A Associação Casa da Mulher de Gravatá, que ela coordena, vende mensalmente 2.000 bonecas “da sorte”, o que lhe permite assistir 30 famílias e oferecer atendimento em saúde física e mental às mulheres participantes do empreendimento.</p>
<p>Outro exemplo é Mariza Mendes, 55 anos, da Associação Rural e Urbana de Barbacena, em Minas Gerais. Com mais de 60 empreendimentos no município, a entidade produz e vende desde artigos de artesanato até produtos da agricultura familiar, como geleias, bolos e biscoitos. Cada associado ganha entre R$ 100,00 e r$ 500,00 por mês.</p>
<p>Se pensarmos que no mercado nacional, as lojas virtuais alcançaram a marca de quase 11 bilhões de reais em 2009, dá para perceber o tamanho e o poder que o segmento da economia solidária possui, com um grande valor agregado, o de manter e oferecer futuro a centenas de milhares de famílias, onde o lucro é aplicado.</p>
<p>Imagine então o que poderá acontecer quando produtos da economia solidária receberem o apoio de iniciativas de grandes players que estão inseridos no segmento do comércio eletrônico e toda a capilaridade e penetração que as vendas na internet proporcionam. A primeira iniciativa vem de um grande: o Walmart inova com a <a href="http://www.walmart.com.br/Vitrine/E-Solidario/Home.aspx?utm_source=internal_home&amp;utm_medium=botao&amp;utm_campaign=esolidario" target="_blank">primeira loja online do mercado solidário</a>, capinaneado pela Solidarium, organização especializada no desenvolvimento de produtos e produtores ligados á Economia Solidária.</p>
<p>Veja o vídeo abaixo, entenda um pouco mais sobre a Ecosol e envolva-se. Tenho certeza de que não se arrependerá!</p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/x1sDGGfj2Jo&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/x1sDGGfj2Jo&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object>
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			</a>
		</div>
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		<title>Negócios para a Transformação Social: Criando o Campo dos Negócios Sociais</title>
		<link>http://www.cabianca.net/blog/negocios-para-a-transformacao-social-criando-o-campo-dos-negocios-sociais/</link>
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		<pubDate>Sun, 11 Apr 2010 02:38:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Cabianca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bizonline]]></category>
		<category><![CDATA[Ecosol]]></category>
		<category><![CDATA[economia solidária]]></category>
		<category><![CDATA[negócios sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho uma pequena frustração profissional, mas que espero em breve poder terminar com ela. Gostaria muito de poder aplicar minha atividade e conhecimento profissional para ações sociais, não necessariamente filantrópicas, mas certamente lançando mão de conceitos e estratégias comerciais para a melhoria da qualidade de vida das pessoas.
Por isso que me encantei quando conheci o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho uma pequena frustração profissional, mas que espero em breve poder terminar com ela. Gostaria muito de poder aplicar minha atividade e conhecimento profissional para ações sociais, não necessariamente filantrópicas, mas certamente lançando mão de conceitos e estratégias comerciais para a melhoria da qualidade de vida das pessoas.</p>
<p>Por isso que me encantei quando conheci o termo <a href="http://www.cabianca.net/blog/franquia-social-voce-precisa-saber-o-que-e/" target="_blank">Franquia Social</a> e pelo mesmo motivo que sou supermegahiper fã da <a href="http://www.aliancaempreendedora.org.br/" target="_blank">Aliança Empreendedora</a>, principalmente pela <a href="http://www.solidarium.com.br/" target="_blank">Solidarium</a> (que é um projeto no qual estou e estarei mais envolvido daqui algum tempo) e também pelo projeto <a href="http://www.impulso.org.br/" target="_blank">Impulso</a>.</p>
<p>E talvez por isso, recebi o contato da Julia Forlani, que trabalha na <a href="http://www.ashoka.org" target="_blank">Ashoka</a>, me apresentando o projeto Changemakers.com e o desafio “<a href="http://www.changemakers.com/pt-br/negociossociais" target="_blank">Negócios para a Transformação Social: Criando o Campo dos Negócios Sociais</a>” que estão lançando juntamente com a <a href="www.artemisia‐international.org" target="_blank">Artemisia</a>.</p>
<p>Trata-se de um desafio on‐line para encontrar os melhores modelos de negócios sociais que estão contribuindo para a sociedade. Negócios Sociais são iniciativas sustentáveis e lucrativas que contribuem para a melhoria da qualidade de vida e a redução da pobreza de pessoas em situação de vulnerabilidade.</p>
<p>O projeto Changemkers.com convida pessoas de todo o mundo a enviar os mais bem sucedidos modelos de negócios sociais em mercados emergentes. A aprendizagem está em descobrir assim como os negócios sociais criam formas de utilização de tecnologias e técnicas para que um número crescente de pessoas de baixa renda usufrua de benefícios em áreas como nutrição, habitação, educação, saúde, seguros, energia e agricultura familiar.</p>
<p>O Changemakers da Ashoka e a Artemisia acreditam que os negócios sociais são um mecanismo poderoso para beneficiar comunidades vulneráveis de baixa renda ao prover bens e serviços essenciais para melhorar suas vidas e resgatá‐las da pobreza. O campo de negócios sociais envolve uma cultura nova que combina técnicas de negócios para a construção de iniciativas sociais financeiramente viáveis com o potencial de crescimento para gerar um grande impacto.</p>
<p>“Nos últimos anos, o desenvolvimento do campo de negócios sociais ganhou velocidade”, explica Kelly Michel, fundadora da Artemisia. “Cada vez mais pessoas estão descobrindo que os mecanismos de mercado podem ajudar a solucionar desafios sociais de formas práticas e replicáveis. O desafio Negócios para a Transformação Social: Criando o Campo dos Negócios Sociais irá destacar práticas catalisadoras de negócios sociais em todo o mundo e inspirar uma nova geração a usar suas competências de negócios para melhorar a qualidade de vida de quem precisa.”</p>
<p>Os negócios sociais inovam em todos os aspectos: utilizam de forma criativa as forças de mercado para o beneficio social e podem promover participações mais inclusivas em propriedade, gestão e distribuição de lucros. Os negócios sociais são pioneiros no estabelecimento de novas formas de distribuição, definição de preços acessíveis e participação comunitária ao longo de toda a cadeia<br />
de valor.</p>
<p>“Esta é uma combinação estimulante entre a expertise pioneira da Ashoka no campo do empreendedorismo social, através da iniciativa do Changemakers, e a liderança da Artemisia no desenvolvimento global dos negócios sociais”, disse Charlie Brown, Diretor Executivo do Changemakers. “Este desafio irá gerar conexões entre uma nova geração de empreendedores de negócios sociais e investidores, trabalhadores, consumidores, especialistas e empreendedores. A combinação de seus recursos, ideias e competências irá acelerar a emergência do campo de negócios sociais.”</p>
<p>Por conhecer e acreditar no potencial destas instituições, sobretudo no conceito dos negócios sociais, uso este espaço para divulgar o projeto e espero que da mesma forma você sinta-se motivado por este novo segmento profissional.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.changemakers.com/pt-br/negociossociais" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-1195" title="ART_EcardLaunch_PORT novo logo" src="http://www.cabianca.net/blog/wp-content/uploads/2010/04/ART_EcardLaunch_PORT-novo-logo.jpg" alt="" width="578" height="437" /></a></p>
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			</a>
		</div>
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		<title>Gostaria de apresentar para vocês o Comércio Justo.</title>
		<link>http://www.cabianca.net/blog/gostaria-de-apresentar-para-a-voces-o-comercio-justo/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 15:05:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Cabianca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecosol]]></category>
		<category><![CDATA[comércio justo]]></category>
		<category><![CDATA[economia solidária]]></category>

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		<description><![CDATA[Outro dia coloquei em meus favoritos uma matéria publicada no site da Época Negócios, com o sugestivo título &#8220;Entenda como funciona o comércio justo&#8220;.
Achei muito interessante um grande veículo dando espaço para esta nova economia, mas quando parei efetivamente para lê-la, descobri que ficou faltando informação. A matéria foca apenas no cultivo do café e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Outro dia coloquei em meus favoritos uma matéria publicada no site da Época Negócios, com o sugestivo título &#8220;<a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI64038-16381,00-ENTENDA%20COMO%20FUNCIONA%20O%20COMERCIO%20JUSTO.html" target="_blank">Entenda como funciona o comércio justo</a>&#8220;.</p>
<p>Achei muito interessante um grande veículo dando espaço para esta nova economia, mas quando parei efetivamente para lê-la, descobri que ficou faltando informação. A matéria foca apenas no cultivo do café e apontando institucionalmente para a Starbucks. O_o</p>
<p>Fiz uma rápida pesquisa com parte de meu network, mas focado em profissionais e empresários altamente conectados, sobre o que é o Comércio Justo e infelizmente posso afirmar que 99,99% não sabiam o que era.</p>
<p>Não é culpa deles, o próprio movimento do Ecosol, no Brasil, não tem muita força, apesar da produção anual declarada, de 2000 a 2005 ser de  <a href="http://www.cabianca.net/blog/o-tamanho-da-economia-solidaria/" target="_blank">cerca de U$ 2,6 bilhões</a> e  gerando cerca de 628 mil novos postos de trabalho.</p>
<p>Portanto aqui vai minha parcela, ajudado pelo site <a href="http://www.solidarium.com.br/content/conteudo/visualizar.php?id=104" target="_blank">Solidarium</a>, do qual todos vocês irão ouvir falar muito nos próximos meses&#8230;..</p>
<p><strong>Conheça quais são os princípios que regem o Movimento de Comércio Justo:</strong></p>
<p><em>1. Criação de oportunidades para os produtores economicamente desfavorecidos</em></p>
<p>Comércio Justo é uma estratégia de combate à pobreza e desenvolvimento sustentável. O seu objetivo é o de criar oportunidades para os produtores que tenham sido economicamente desfavorecidos ou marginalizados pelo sistema de comércio convencional.</p>
<p><em>2. Transparência e Responsabilidade</em></p>
<p>Comércio Justo envolve uma gestão transparente e das relações comerciais para tratar de forma justa e respeitosamente com os parceiros comerciais.</p>
<p><em>3. Construção de Capacidades</em></p>
<p>Comércio Justo é um meio para o desenvolvimento dos produtores independência.</p>
<p><em>4. Pagamento de um preço justo</em></p>
<p>Um preço justo, no contexto regional ou local é aquele que tenha sido acordada através do diálogo e da participação. Alem de cobrir os custos de produção, também permite uma produção que é socialmente justa e ambientalmente racional. Ele oferece um salário justo para os produtores e leva em conta o princípio da igualdade de remuneração por trabalho igual de mulheres e homens.</p>
<p><em>5. Eqüidade de gênero</em></p>
<p>Comércio Justo significa que o trabalho das mulheres é devidamente valorizado e recompensado. As mulheres são sempre pagas por sua contribuição para o processo de produção e estão habilitados em suas organizações.</p>
<p><em>6. Condições de trabalho</em></p>
<p>Comércio Justo significa um ambiente de trabalho seguro e saudável para os produtores. A participação dos filhos (se for o caso) não afeta negativamente o seu bem-estar, segurança, requisitos educacionais e de necessidade de jogar e está em conformidade com a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança, bem como a legislação e normas no contexto local.</p>
<p><em>7. O ambiente</em></p>
<p>O Comércio Justo incentiva ativamente melhores práticas ambientais e da aplicação de métodos de produção responsável.
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			</a>
		</div>
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