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	<title>Ca'Bianca Blog &#187; Comunicação</title>
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	<description>Só mais um blog do WordPress</description>
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		<title>ESPM vai debater a Sociedade do Acesso, uma visão além do produto.</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2009 14:29:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Cabianca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Este blog, como centenas de milhares de outros, pode servir como um canal de comunicação e divulgação, por isso que é natural que recebamos alguns releases. E acabei de receber um da ESPM sobre o III Encontro de Comunicação e Marketing.
A motivação para publicar está ligada a dois pontos: o primeiro é que fui aluno [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este blog, como centenas de milhares de outros, pode servir como um canal de comunicação e divulgação, por isso que é natural que recebamos alguns releases. E acabei de receber um da ESPM sobre o III Encontro de Comunicação e Marketing.</p>
<p>A motivação para publicar está ligada a dois pontos: o primeiro é que fui aluno da ESMP/RJ, quando fiz dois excelentes cursos, um de Branding e outro de Planejamento Estratégico de Marketing, e outro pelo tema, que será debatido e apresentado por um mix de profissionais e acadêmicos.</p>
<p>E acredito muito na união destes dois pólos, sou defensor da troca constante de informações entre quem está no front e os estudiosos.</p>
<p>Portanto, aqui vai o copy/paste:</p>
<p><strong>ESPM realiza III Encontro de Comunicação e Marketing</strong><br />
<strong>Evento abordará as transformações no mercado da comunicação e das mídias sociais</strong></p>
<p>O Centro de Altos Estudos da ESPM, CAEPM, realizará o III Encontro de Comunicação e Marketing sob o tema “Comunicação e consumo na Sociedade do Acesso”. O evento acontecerá nos dias 5 e 6 de maio, terça e quarta-feira, na ESPM.</p>
<p>O objetivo do III Encontro é discutir dinâmicas atuais da cultura de consumo, sobretudo a “desmaterialização” do produto, ou seja, produtos que são “bens imateriais”, fenômeno que tem ocorrido na indústria da cultura e da informação. Dentro deste contexto, o Encontro abordará a migração dos consumidores para redes virtuais de acesso a conteúdos que impactam na comercialização de CDs e livros,  entre outras mudanças na indústria e na economia.</p>
<p>O presidente da ESPM, Luiz Celso Piratininga fará a abertura em 5 de maio, terça-feira. Na sequência, o pesquisador e membro da Universidade Nacional Autônoma do México, Nestor Garcia Canclini, apresentará a Conferência “Do acesso à pós-produção: a cultura além dos objetos”.</p>
<p>Na parte da tarde, às 14h30, acontece o painel “A experiência como paradigma do produto”, com o professor e membro do Centro de Altos Estudos de Propaganda e Marketing da ESPM (CAEPM), Vladimir Safatle, o professor da ECA-USP, Leandro Leonardo Batista e profissionais do mercado publicitário. Por fim haverá as sessões acadêmicas de apresentação de trabalhos selecionados.</p>
<p>Em 6 de maio, quarta-feira, o professor e pesquisador da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Laymert Garcia dos Santos, apresentará a Conferência “O consumo do imaterial”. Na sequência, Ana Paula Cortat, vice-presidente de planejamento da Leo Burnett e o professor Jean Charles Jacques Zozzoli da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) levantarão questões a partir da visão do mercado e da academia, abrindo para debate dos participantes.</p>
<p>No período da tarde, a professora e pesquisadora da ESPM, Gisela Castro mediará o painel sob o título “O que vende a indústria da cultura” com a participação da pesquisadora do CAEPM, Letícia Veloso que apresentará a pesquisa Consumo Jovem da música. Para representar o mercado fonográfico, participa o músico e empresário  João Marcelo Bôscoli, da gravadora Trama.</p>
<p>Após o painel, às 17h, haverá as sessões acadêmicas de apresentação de trabalhos selecionados. No enceramento, às 19h, será oferecido coquetel aos convidados para marcar o lançamento o livro do II Encontro de Comunicação e Marketing da ESPM com artigos do atual conselheiro e ex-presidente da ESPM, Francisco Gracioso; do docente da Universidade de Nova Iorque, Stuart Ewen, do membro da Universidade de Toronto, Derrick De Kerckhove, entre outros textos selecionados dentre os participantes da edição anterior do evento.</p>
<p>Os trabalhos acadêmicos que serão apresentados durante o Encontro são produzidos com o intuito de oferecer contribuição para o conhecimento, seja do ponto de vista acadêmico quanto com foco em negócios. As áreas são: pensando a sociedade do acesso, produção de mídia, modos de recepção: questões de público e audiência, gestão de operações de mídia e casos.</p>
<p>O evento é aberto ao público e as inscrições podem ser feitas pelo site <a href="http://www.espm.br/encontroespm" target="_blank">www.espm.br/encontroespm</a>. Mais informações no telefone (11) 5085-4500.</p>
<blockquote><p><strong>III Encontro de Comunicação e Marketing do CAEPM</strong><br />
Data: 5 e 6 de maio de 2009 (terça e quarta-feira)<br />
Local: ESPM – Campus Prof. Francisco Gracioso<br />
Rua Dr. Álvaro Alvim, número 123, Vila Mariana<br />
Mais informações: <a href="http://www.espm.br/encontroespm" target="_blank">www.espm.br/encontroespm</a><br />
Telefone: 11-5085-4600<br />
Informações à imprensa ESPM<br />
Tamer Comunicação Empresarial<br />
Geyse Alencar &#8211; geyse@tamer.com.br<br />
Rose Göbel &#8211; rosegobel@tamer.com.br<br />
Telefones: (11) 3031-2388 ou (11) 9940-0128</p></blockquote>
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			</a>
		</div>
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		<title>Meus 3.296 caracteres sobre o que acho do Twitter</title>
		<link>http://www.cabianca.net/blog/meus-3296-caracteres-sobre-o-que-acho-do-twitter/</link>
		<comments>http://www.cabianca.net/blog/meus-3296-caracteres-sobre-o-que-acho-do-twitter/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2009 17:03:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Cabianca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem publiquei no Twitter uma rápida avaliação que fiz, que resultou em uma estatística sobre a relevância do conteúdo que recebo das pessoas que sigo pelo serviço de microbloging:
&#8220;Tive o trabalho de levantar números do meu twitter e vi que apenas 20% dos que sigo geram algum tipo de conteúdo, qualquer que seja e destes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem publiquei no <a href="http://www.twitter.com/Cabianca" target="_blank">Twitter</a> uma rápida avaliação que fiz, que resultou em uma estatística sobre a relevância do conteúdo que recebo das pessoas que sigo pelo serviço de microbloging:</p>
<blockquote><p>&#8220;<a href="https://twitter.com/Cabianca/status/1486489145" target="_blank">Tive o trabalho de levantar números do meu twitter e vi que apenas 20% dos que sigo geram algum tipo de conteúdo, qualquer que seja</a> <a href="https://twitter.com/Cabianca/status/1486494028" target="_blank">e destes 20%, apenas 60% geram algum conteúdo que eu aproveito.&#8221;</a></p></blockquote>
<p>Ou seja, no final das contas, apenas 12% das pessoas que sigo geram algum conteúdo que efetivamente me trazem alguma informação, sendo assim, um pouco mais de dez por cento é relevante para mim.</p>
<p>Relevância é uma condição básica para se usar todos os canais de mídia social. Na verdade, com um olhar mais amplo, ser relevante é aspecto importante para qualquer canal de comunicação e relacionamento. Leio determinada revista, porque o conteúdo dela é relevante para mim, mantenho contato e troca de informações com alguma pessoa porque ela é relevante para minha vida em algum aspecto.</p>
<p><strong>Isto é fato.</strong></p>
<p>Há algum tempo que o mercado digital está discutindo sobre a evolução desta nova ferramenta de comunicação instantânea que é o Twitter, primeiro <a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI63823-15228-1,00-O+TWITTER+VE+E+MOSTRA+TUDO.html" target="_blank">tentando explicar</a> o que é, para em seguida discutir sobre a necessidade de <a href="http://www.crisdias.com/2009/03/31/se-voce-segue-10-mil-pessoas-no-twitter-voce-esta-enganando-10-mil-pessoas/" target="_blank">seguir muitas pessoas</a> e até uma ação (talvez estratégica) de se <a href="http://www.interney.net/?p=9766710" target="_blank">aumentar significamente </a>o número de seguidores.</p>
<p>Em todo caso, todas estas informações são necessárias para tentar entender o Twitter e suas aplicações sociais e econômicas.</p>
<p>Do meu lado, imagino que os 140 caracteres e a capacidade de divulgação rápida de informações vai muito mais além do que dizer &#8220;o que está fazendo&#8221;. Na verdade, o Twitter não pode ser encarado com apenas uma ferramenta de comunicação, mas fazendo parte de todo um mix de ações de relacionamento, tanto entre pessoas quanto entre pessoas e marcas/empresas.</p>
<p>Uma rápida reflexão sobre alguns canais atuais de comunicação digital, imaginei o seguinte:</p>
<ul>
<li><strong>Rede Social</strong>: local onde se agrupam pessoas em torno de um tema/assunto/afinidade capaz de se obter maior informações sobre cada uma das pessoas, no que diz respeito ao perfil social e profissional</li>
<li><strong>Blog</strong>: canal com maior espaço para o registro de informações mais completas e a troca (também registrada, ou seja, arquivada) de  informações com os leitores daquela informação, podendo inclusive servir como ponto de contato/relacionamento e estudo sobre a visão das pessoas acerca de determinado assunto.</li>
<li><strong>SMS</strong>: canal capaz de se gerar efetivamente um retorno imediato sobre uma informação, visto que a mensagem chega diretamente para a pessoa, sem a necessidade de estar online (imaginando que é difícil alguém estar com o celular desligado por muito tempo).</li>
<li><strong>Email</strong>: ainda é o canal de comunicação e troca de informações mais usado na internet, considerando ainda o fato da entrada de centenas de milhares de novas pessoas no mundo online. Serve para fazer chegar a informação com mais espaço para conteúdo e inclusive muito usado para se gerar tráfego em site. Infelizmente está prostituído&#8230;mas se bem utilizado, promove resultado.</li>
<li><strong>Twitter</strong>: o hype do momento, é um canal capaz de fazer chegar informação para um grande número de pessoas, mesmo que não sejam seguidores, por conta da possibilidade da informação ser repassada adiante. Neste caso pode-se imaginar que a comunicação pode ser segmentada por conta do perfil das pessoas e seus seguidores. Imagino que o ponto em comum do público é que todos são heavy users da internet.</li>
</ul>
<p>Certamente, é claro, o que escrevi acima é questionável e tem muitos outros profissionais que são efetivamente especializados e possuem melhores definições sobre cada um dos canais citados, mas o resumo da mensagem é: <strong>nenhum canal de comunicação digital deve ser utilizado de maneira exclusiva, pois cada um é complementar ao outro</strong>.</p>
<p>Para completar este texto, faço um copy/paste de parte de um texto publicado no <a href="http://www.meioemensagem.com.br/novomm/br/Conteudo/?As_10_razoes_para_empresas_nao_tweetarem" target="_blank">MMonline</a>, apresentando <a href="http://adage.com/digitalnext/post.php?article_id=135827" target="_blank">10 razões para as empresas não usarem o Twitter</a>.</p>
<p><a href="http://www.meioemensagem.com.br/novomm/br/Conteudo/?As_10_razoes_para_empresas_nao_tweetarem"><img class="alignnone size-full wp-image-763" title="10razoestwitter" src="http://www.cabianca.net/blog/wp-content/uploads/2009/04/10razoestwitter.jpg" alt="10razoestwitter" width="411" height="844" /></a>
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			</a>
		</div>
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		<title>Como desenvolver um produto e gastar pouco em publicidade.</title>
		<link>http://www.cabianca.net/blog/como-desenvolver-um-produto-e-gastar-pouco-em-publicidade/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 22:59:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Cabianca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bizonline]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[investimento]]></category>
		<category><![CDATA[marcas]]></category>
		<category><![CDATA[produto]]></category>
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		<description><![CDATA[O Rafael Amaral, blogueiro do Estagiaridade &#8211; que aliás virou leitura obrigatória do meu Google Reader &#8211; apresentou um texto sobre 7 idéias para reduzir os gastos com publicidade, que ele compilou\traduziu do blog Fresh Creations.
A idéia do texto original é apontar quais os pontos necessários para se desenvolver um produto capaz de ser tão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Rafael Amaral</strong>, blogueiro do <a href="http://www.estagiaridade.com/7-ideias-para-diminuir-gastos-com-publicidade/" target="_blank">Estagiaridade</a> &#8211; que aliás virou leitura obrigatória do meu Google Reader &#8211; apresentou um texto sobre 7 idéias para reduzir os gastos com publicidade, que ele compilou\traduziu do blog <a href="http://www.freshcreation.com/entry/10_ways_for_companies_to_cut_advertising_expenses" target="_blank">Fresh Creations</a>.</p>
<p>A idéia do texto original é apontar quais os pontos necessários para se desenvolver um produto capaz de ser tão desejado pelos consumidores que não precisaria de muito investimento em publicidade. E os 7 primeiros pontos destacados pelo Martijn van Osch são:</p>
<p><em><strong>1 &#8211; Fazer um produto que realmente ajude as pessoas</strong></em></p>
<p><em><strong>2 &#8211; Fazer um produto que realmente supra uma necessidade das pessoas</strong></em></p>
<p><em><strong>3 &#8211; Fazer um produto de fácil compreensão</strong></em></p>
<p><em><strong>4 &#8211; Fazer um produto que não seja um produto velho com sabor ou marca nova</strong></em></p>
<p><em><strong>5 &#8211; Fazer um produto que perdure</strong></em></p>
<p><em><strong>6 &#8211; Fazer um produto que possa ser reciclado</strong></em></p>
<p><em><strong>7 &#8211; Mostrar que a marca realmente se importa</strong></em></p>
<p>Como a &#8220;brincadeira&#8221; é tentar apontar outros pontos necessários para que o produto não precise de muita divulgação, sugiro que:</p>
<p><em><strong>8 &#8211; Seja lucrativo para investimento na própria empresa e no próprio produto.</strong></em></p>
<p>Mas na minha visão, o ato de se criar um produto com estas características não é fator que determine um baixo investimento em comunicação, visto que o problema atual (dos altos investimentos em publicidade) não está no produto e sim na quantidade de marcas. Isso sim é a grande questão. Como fazer com que uma marca &#8211; e respectivamente seu produto &#8211; seja tão desejada que mesmo que fique de fora dos 30&#8243;, seja consumida?</p>
<p>É a pergunta, na qual a resposta vale um milhão de dólares!</p>
<p>E creio que não tenha uma receita pronta para isso. É claro que existem centenas de casos que podemos avaliar e tirar proveito, como <em>benchmark</em>, mas com o advento da web e a capacidade que o consumidor tem de interagir com as marcas &#8211; e principalmente entre si &#8211; são várias as ações que devemos tomar.</p>
<p>Mas gostaria de fazer uma outra lista, como das marcas que realmente atendem os quesitos acima (ou boa parte deles) e que realmente são desejadas &#8211; sem muito investimento em comunicação.</p>
<p>Sinceramente não lembrei de nenhuma no momento, até porque a esta hora não funciono direito, mas se for lembrando &#8211; ou recebendo indicações via comentários &#8211; vou publicando aqui.</p>
<p>Grande abraço!!</p>
<p><strong>[update]</strong> Não pensei ainda em alguma marca que tenha a capacidade de ser tão desejada que nem precisa de muito investimento em comunicação, mas achei um <a href="http://grupodeplanejamento.typepad.com/v1/2008/08/marcas-pra-que.html" target="_blank">texto excelente do <strong>Fernando Alphen</strong> no blog do Grupo de Planejamento</a> que traduz de forma interessante o que são e para que servem as marcas. Apenas um trecho para dar o gostinho: <em>&#8220;Marcas são a virtualização arquetípica das atitudes sintomáticas das pessoas, as manifestações das personalidades por símbolos interpostos, visando relacionar e situar o homem moderno no seu ser/estar, frente à sociedade, ao outro, a seu destino incerto, blábláblá.&#8221;</em>
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			</a>
		</div>
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