O bom senso e o bom humor da vida corporativa.
20 de janeiro de 2007 | Publicado por Ricardo Cabianca | Arquivado em Corporativo |Sim, existe vida depois daquela porta de blindex. Pode não parecer, mas lá dentro, depois da recepção e dos elevadores, onde são tomadas as decisões sobre o futuro daquela empresa, existem seres que se dizem humanos, andando para cima e para baixo, se reunindo, escrevendo, planejando, agindo.
A qualidade de vida neste microcosmo que é uma empresa, está diretamente ligada ao sucesso da mesma. É óbvio que profissionais debilitados fisicamente e mentalmente cansados não conseguem produzir o necessário para atender aos objetivos de uma empresa. E aí, cabe algumas iniciativas, dos profissionais e da própria empresa.
Coisas do tipo, centro de descompressão, áreas de lazer, horários quebrados, formas alternativas de cumprir metas e liberdade de movimento, são atitudes e iniciativas das empresas – dependendo do grau de evolução da mesma. Mas existem duas ações, independente da empresa, que todo e qualquer profissional deve adotar – é difícil, mas não impossível: ter bom senso e bom humor.
O bom senso e bom humor são as armas para qualquer profissional que quer ter sucesso e tranquilidade ao mesmo tempo. O bom senso de saber que é preciso organizar as suas tarefas e seguir exatamente o que planejou fazer naquele dia. O bom humor de não se deixar abater pelas dificuldades do dia-a-dia. O bom senso de tentar desenvolver as reuniões de forma a não perder tempo e serem produtivas. O bom humor de, mesmo no momento mais estressante, poder contar ou ouvir uma piada para relaxar.
Não podemos deixar que a loucura do ambiente corporativo tome conta de nossas vidas. E para isso, vale o bom senso de perceber isso rápido e frear qualquer iniciativa de se tornar um escravo do trabalho. E ter o bom humor para levar a vida corporativa numa boa.
A nossa Vida Corporativa deve ser feliz, muito dinâmica, pode até ser corrida, mas feliz. Ouvi uma vez uma história de uma seleção para uma empresa de grande porte, onde um dos pontos mais fortes para escolher o profissional era – pasmem – o bom humor.
Tá na hora de você rever seus conceitos sobre o que é ser um bom profissional.


