Decisão de compra é tomada no ambiente virtual.
17 de novembro de 2007 | Publicado por Ricardo Cabianca | Arquivado em Corporativo |Há algum tempo, motivado por uma promoção para a revista Carta Capital, desenvolvida pelo Secundum, na sua primeira fase, passei a me inspirar em matérias publicadas no site da revista, trazendo para o tema deste blog – comunicação, marketing e relacionamento, desenvolvendo minha opinião sobre o assunto. 
Gostei da história e passarei a fazer o mesmo, não só com a Carta Capital, mas com outras revistas que leio e gosto. Desta vez, usarei como “banco de sangue” a revista Época Negócios, e uma matéria sobre perfil dos novos consumidores.
Todos sabemos que a nova onda da internet, onde a troca de informações entre pessoas, potencializou o que já era natural, ou seja, uma pessoa falar bem ou mal de determinado produto ou serviço que usou, para um vizinho, parente, amigo…
Segundo pesquisa realizada pela Accenture, tema do artigo publicado no site da Época Negócios, foi identificado que o padrão tradicional para segmentar os consumidores, seja por renda, faixa etária ou mesmo nível de educação, dificilmente resultará em estratégias vencedoras.
Ainda, o artigo afirma que “…mais e mais as decisões de compras são influenciadas pelas discussões acerca de produtos e serviços nos ambientes virtuais. É em sites de compartilhamento de conteúdo, salas de bate-papo e blogs que se espelha hoje a diversidade de mercado.”
Ainda faz uma referência que os gadgets são os produtos mais buscados neste ambiente virtual e por conta disso os adolescentes são responsáveis por decisões de compras nas famílias. Apesar da pesquisa ter sido realizada nos EUA, Europa e Ásia, podemos entender que o Brasil segue esta tendência, visto que o brasileiro usa muito os sites de relacionamento e publicação de conteúdo.
Com a realização da pesquisa, foram apontados oito diferentes perfis de consumidores:
Pioneiros – Famílias ou casais sem filhos dispostos a gastar quantias elevadas com as últimas novidades tecnológicas. Usam computadores pessoais, mas sem fanatismo. Os marqueteiros podem alcançá-los por meios tradicionais, especialmente a TV.
Tecnocêntricos - Possuem um conhecimento avançado sobre tecnologia e as últimas diversões digitais. As decisões de compra na casa são tomadas de forma coletiva, com forte participação dos filhos adolescentes.
Utilitários - Sem filhos. Compram produtos e serviços que podem tornar sua vida mais fácil. Têm uma relação dúbia com a internet. Consideram a web útil, mas acham que não atende a todas as suas necessidades. Participam pouco das redes de compartilhamento de conteúdo.
Básicos – De baixa renda, querem apenas o fundamental. São indiferentes às novidades tecnológicas. Dedicam pouquíssimo tempo ao computador e à televisão, ainda menos do que o grupo dos “utilitários”. Campanhas sofisticadas não atingem esse público, mais receptivo a ofertas de serviços de baixos custos para o atendimento de necessidades concretas.
Familiacêntricos - Pouco interessados em tecnologia de ponta, preferem assistir a programas familiares na televisão. Usam a internet apenas para se comunicar. A criação de conteúdos na rede não os interessa.
Socialites – Sem filhos, gostam de criar conteúdo na internet. Atentos às novidades que surgem na rede e ligados a modismos, avisam os colegas quando descobrem que um novo ringtone está disponível para download.
Jovens casais – De alta renda. São casais sem filhos ou com crianças pequenas e pré-adolescentes. Gostam de adquirir produtos que divirtam a família. Em razão de conteúdos inapropriados, preocupam-se com o uso da internet pelos filhos.
Criadores - Usuários fanáticos de computadores, eles utilizam as tecnologias mais avançadas para criar e dividir conteúdo na rede, num nível mais intenso do que os “socialites”. Campanhas que ofereçam soluções para a criação de conteúdo têm forte apelo para esse grupo.
Independente dos perfis encontrados, e eles são interessantes e importantes, podendo ajudar a sua empresa a entender melhor os desejos e necessidades de seus consumidores, o que gostaria de destacar é o que já temos debatido há tempos, ou seja, o poder que os blogs podem ter na formação de opinião e decisão de compra e uso de produtos ou serviços.
Ainda estamos evoluindo, não somente no Brasil mas em outras partes do mundo, até mais a frente no uso deste novo canal de comunicação. De qualquer forma, já existem centenas de empresas e profissionais tentando entender como usar um blog de forma estratégica.
O Nossa Opinião é um exemplo!



PArabens!!!!gostei muito da criação e desenvolvimento desse site!!!
http://www.nextcriacaodesitesesistemas.com