Como desenvolver um produto e gastar pouco em publicidade.
12 de agosto de 2008 | Publicado por Ricardo Cabianca | Arquivado em Bizonline |O Rafael Amaral, blogueiro do Estagiaridade – que aliás virou leitura obrigatória do meu Google Reader – apresentou um texto sobre 7 idéias para reduzir os gastos com publicidade, que ele compilou\traduziu do blog Fresh Creations.
A idéia do texto original é apontar quais os pontos necessários para se desenvolver um produto capaz de ser tão desejado pelos consumidores que não precisaria de muito investimento em publicidade. E os 7 primeiros pontos destacados pelo Martijn van Osch são:
1 – Fazer um produto que realmente ajude as pessoas
2 – Fazer um produto que realmente supra uma necessidade das pessoas
3 – Fazer um produto de fácil compreensão
4 – Fazer um produto que não seja um produto velho com sabor ou marca nova
5 – Fazer um produto que perdure
6 – Fazer um produto que possa ser reciclado
7 – Mostrar que a marca realmente se importa
Como a “brincadeira” é tentar apontar outros pontos necessários para que o produto não precise de muita divulgação, sugiro que:
8 – Seja lucrativo para investimento na própria empresa e no próprio produto.
Mas na minha visão, o ato de se criar um produto com estas características não é fator que determine um baixo investimento em comunicação, visto que o problema atual (dos altos investimentos em publicidade) não está no produto e sim na quantidade de marcas. Isso sim é a grande questão. Como fazer com que uma marca – e respectivamente seu produto – seja tão desejada que mesmo que fique de fora dos 30″, seja consumida?
É a pergunta, na qual a resposta vale um milhão de dólares!
E creio que não tenha uma receita pronta para isso. É claro que existem centenas de casos que podemos avaliar e tirar proveito, como benchmark, mas com o advento da web e a capacidade que o consumidor tem de interagir com as marcas – e principalmente entre si – são várias as ações que devemos tomar.
Mas gostaria de fazer uma outra lista, como das marcas que realmente atendem os quesitos acima (ou boa parte deles) e que realmente são desejadas – sem muito investimento em comunicação.
Sinceramente não lembrei de nenhuma no momento, até porque a esta hora não funciono direito, mas se for lembrando – ou recebendo indicações via comentários – vou publicando aqui.
Grande abraço!!
[update] Não pensei ainda em alguma marca que tenha a capacidade de ser tão desejada que nem precisa de muito investimento em comunicação, mas achei um texto excelente do Fernando Alphen no blog do Grupo de Planejamento que traduz de forma interessante o que são e para que servem as marcas. Apenas um trecho para dar o gostinho: “Marcas são a virtualização arquetípica das atitudes sintomáticas das pessoas, as manifestações das personalidades por símbolos interpostos, visando relacionar e situar o homem moderno no seu ser/estar, frente à sociedade, ao outro, a seu destino incerto, blábláblá.”



Olá Ricardo! Obrigado pela citação.
Vou adicionar sua sugestão à lista e, assim que lembrar de alguma marca, volto para comentar.
Grande abraço!