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	<title>Ca'Bianca Blog &#187; Ecosol</title>
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	<description>Só mais um blog do WordPress</description>
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		<title>No Mercado: O impacto da Fast Fashion na vida de milhões de pessoas</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Sep 2010 01:42:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>No Mercado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecosol]]></category>
		<category><![CDATA[No Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
		<category><![CDATA[economia solidária]]></category>

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		<description><![CDATA[
Fast-Fashion (moda rápida ) é um termo utilizado por marcas de roupa que possuem uma política de produção rápida e contínua de peças, trocando semanalmente ou até diariamente a suas coleções. O conceito foi criado por grandes varejistas da europa como H&#38;M e Zara e basicamente prega a produção e o consumo rápido.
“- A loja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cabianca.net/blog/wp-content/uploads/2010/09/Nomercado1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1347" title="Nomercado" src="http://www.cabianca.net/blog/wp-content/uploads/2010/09/Nomercado1.jpg" alt="" width="618" height="62" /></a><br />
<img title="Fast Fashion Kills" src="http://www.cabianca.net/blog/wp-content/plugins/wb4b-o-matic/cache/3af4b_fast.jpg" alt="" width="600" height="600" />Fast-Fashion (moda rápida ) é um termo utilizado por marcas de roupa que possuem uma política de produção rápida e contínua de peças, trocando semanalmente ou até diariamente a suas coleções. O conceito foi criado por grandes varejistas da europa como H&amp;M e Zara e basicamente prega a produção e o consumo rápido.</p>
<p><em>“- <strong>A loja cria uma relação mais intensa com o consumidor, porque educa o cliente a não esperar por liquidações</strong>. Se ele não comprar logo a peça de que gostou, semana que vem ela já pode ter sido vendida. O cliente passa a ir mais ao ponto de venda e, em conseqüência, compra mais.”</em> Define alberto Serrentino, sócio-sênior da Gouvêa de Souza &amp; MD, consultor especializado em varejo em uma matéria no site <a href="http://fashionbubbles.com/negocios/lojas-brasileiras-adotam-%E2%80%9Cfast-fashion%E2%80%9D-criado-na-europa/">Mercado Competitivo postada no blog Fashion Bubbles.</a></p>
<p>Na mesma matéria João Bailey, sócio da Checklist diz que o <strong>aumento da produção garante preços mais acessíveis</strong>. Isso, além das novidades das araras, atrai os clientes às lojas: <em>“- Essa estratégia do fast fashion atinge em especial a cliente que vai usar de três a cinco vezes as nossas peças. E, depois, quer novidades. “</em></p>
<p>Mas espere um pouco,  a conta simplesmente não fecha, como é possível aumentar absurdamente o número de peças e modelos e ainda diminuir o preço?</p>
<p>Por trás do slogan  “<em>sempre temos novidades</em>” a verdadeira intenção do Fast Fashion é produzir e vender o mais rápido possível. Ele é um movimento liderado e forçado por grandes varejistas que movimentam milhões de doláres e consequemente milhões de pessoas, sim, as pessoas que não foram citadas em nem sequer uma linha da grande maioria das matérias que li sobre o assunto.</p>
<p><img src="http://www.cabianca.net/blog/wp-content/plugins/wb4b-o-matic/cache/ba2ee_honduras.jpg" alt="" width="460" height="276" /></p>
<p><em>Foto: Eugene Hoshiko/Associated Press</em></p>
<p>Também questionando esta conta irracional a jornalista do Guardian <a href="http://www.guardian.co.uk/profile/lucysiegle">Lucy Siegle</a> <a href="http://www.guardian.co.uk/world/2010/aug/08/fashion-sweatshops-lucy-siegle-comment">escreveu uma matéria</a> que investigou o impacto desta política  nas fábricas e nas pessoas que produzem estas roupas.</p>
<p>As fábricas destes grandes varejistas estão localizadas em países subdesenvolvidos como Cambodia, Bangladesh e Índia aonde é comum o trabalho análogo à escravidão infantil. É basicamente uma constante as pessoas que produzem estas peças tem péssimas condições de trabalho e salários baixíssimos.</p>
<p>Ela pede para visualizarmos: “Imagine uma fábrica  recebendo um fax de última hora ´pedindo´ para que uma peça seja modificada. Ela não tem capacidade, mas você acha que eles irão recusar um pedido de seu cliente? É claro que não, eles simplesmente vão dar um jeito de atender a este pedido”. Adivinhe quem sofre neste processo? Claro as pessoas que serão exploradas a trabalhar mais, em piores condições e com um prazo menor.</p>
<p>E os grandes varejistas aproveitando a posição de poder continuam a pressionar estes fornecedores exigindo prazos mais rápidos e preços mais baixos, as fábricas não querem perder os clientes e fazem tudo o que se pede e toda a “bomba” cai no colo destes trabalhadores que são explorados até o limite.</p>
<p><strong><a href="http://feedproxy.google.com/~r/coletivoverde/~3/dqgJ3PhYneg/" target="_blank">Leia mais no Blog original!</a></strong>
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				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.cabianca.net%2Fblog%2Fno-mercado-o-impacto-da-fast-fashion-na-vida-de-milhoes-de-pessoas%2F&amp;source=Cabianca&amp;style=normal&amp;service=bit.ly&amp;b=2" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
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		<title>Economia Solidária alcança lucro anual de quase 8 bilhões de reais.</title>
		<link>http://www.cabianca.net/blog/economia-solidaria-alcanca-lucro-anual-de-quase-8-bilhoes-de-reais/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 14:47:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Cabianca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecosol]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
		<category><![CDATA[economia solidária]]></category>

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		<description><![CDATA[No ano passado publiquei um texto comentando sobre o resultado da Economia Solidária, mapeado pelo governo, havia alcançado a marca de 6 bilhões de reais de faturamento.
Este ano, quando aconteceu a II Conferência Nacional de Economia Solidária, o Sistema Nacional de Informações em Economia Solidária coordenado pelo  Ministério do Trabalho divulgou que mais de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="margin: 20px;" title="Economia Solidária" src="http://www.cabianca.net/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_campanha_es.jpg" alt="" width="270" height="154" />No ano passado <a href="http://www.cabianca.net/blog/um-mercado-de-mais-de-r-6-bilhoeste-interessa/" target="_blank">publiquei um texto</a> comentando sobre o resultado da Economia Solidária, mapeado pelo governo, havia alcançado a marca de 6 bilhões de reais de faturamento.</p>
<p>Este ano, quando aconteceu a <a href="http://insanidadeperdoada.blogspot.com/2010/06/participacao-na-ii-conaes.html" target="_blank">II Conferência Nacional de Economia Solidária</a>, o Sistema Nacional de Informações em Economia Solidária coordenado pelo  Ministério do Trabalho divulgou que mais de 1,6 milhão de pessoas em 21.859 empreendimentos econômicos produzem lucro mensal de R$ 653 milhões – pouco menos de R$ 8 bilhões  por ano.</p>
<p>Os dados constam ainda que mais de 43% dos empreendimentos de economia solidária estão registrados na Região Nordeste. No Sudeste são 18%; no Sul 16%; no Norte 12%; e no Centro Oeste os demais 10%. Do total de 1.687.496 pessoas envolvidas nos empreendimentos, 62,8% são homens e 37,4% mulheres.</p>
<p>Bernadete Barbosa, pernambucana de 46 anos, é uma delas. A Associação Casa da Mulher de Gravatá, que ela coordena, vende mensalmente 2.000 bonecas “da sorte”, o que lhe permite assistir 30 famílias e oferecer atendimento em saúde física e mental às mulheres participantes do empreendimento.</p>
<p>Outro exemplo é Mariza Mendes, 55 anos, da Associação Rural e Urbana de Barbacena, em Minas Gerais. Com mais de 60 empreendimentos no município, a entidade produz e vende desde artigos de artesanato até produtos da agricultura familiar, como geleias, bolos e biscoitos. Cada associado ganha entre R$ 100,00 e r$ 500,00 por mês.</p>
<p>Se pensarmos que no mercado nacional, as lojas virtuais alcançaram a marca de quase 11 bilhões de reais em 2009, dá para perceber o tamanho e o poder que o segmento da economia solidária possui, com um grande valor agregado, o de manter e oferecer futuro a centenas de milhares de famílias, onde o lucro é aplicado.</p>
<p>Imagine então o que poderá acontecer quando produtos da economia solidária receberem o apoio de iniciativas de grandes players que estão inseridos no segmento do comércio eletrônico e toda a capilaridade e penetração que as vendas na internet proporcionam. A primeira iniciativa vem de um grande: o Walmart inova com a <a href="http://www.walmart.com.br/Vitrine/E-Solidario/Home.aspx?utm_source=internal_home&amp;utm_medium=botao&amp;utm_campaign=esolidario" target="_blank">primeira loja online do mercado solidário</a>, capinaneado pela Solidarium, organização especializada no desenvolvimento de produtos e produtores ligados á Economia Solidária.</p>
<p>Veja o vídeo abaixo, entenda um pouco mais sobre a Ecosol e envolva-se. Tenho certeza de que não se arrependerá!</p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/x1sDGGfj2Jo&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/x1sDGGfj2Jo&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object>
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			</a>
		</div>
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		<title>Negócios para a Transformação Social: Criando o Campo dos Negócios Sociais</title>
		<link>http://www.cabianca.net/blog/negocios-para-a-transformacao-social-criando-o-campo-dos-negocios-sociais/</link>
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		<pubDate>Sun, 11 Apr 2010 02:38:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Cabianca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bizonline]]></category>
		<category><![CDATA[Ecosol]]></category>
		<category><![CDATA[economia solidária]]></category>
		<category><![CDATA[negócios sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho uma pequena frustração profissional, mas que espero em breve poder terminar com ela. Gostaria muito de poder aplicar minha atividade e conhecimento profissional para ações sociais, não necessariamente filantrópicas, mas certamente lançando mão de conceitos e estratégias comerciais para a melhoria da qualidade de vida das pessoas.
Por isso que me encantei quando conheci o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho uma pequena frustração profissional, mas que espero em breve poder terminar com ela. Gostaria muito de poder aplicar minha atividade e conhecimento profissional para ações sociais, não necessariamente filantrópicas, mas certamente lançando mão de conceitos e estratégias comerciais para a melhoria da qualidade de vida das pessoas.</p>
<p>Por isso que me encantei quando conheci o termo <a href="http://www.cabianca.net/blog/franquia-social-voce-precisa-saber-o-que-e/" target="_blank">Franquia Social</a> e pelo mesmo motivo que sou supermegahiper fã da <a href="http://www.aliancaempreendedora.org.br/" target="_blank">Aliança Empreendedora</a>, principalmente pela <a href="http://www.solidarium.com.br/" target="_blank">Solidarium</a> (que é um projeto no qual estou e estarei mais envolvido daqui algum tempo) e também pelo projeto <a href="http://www.impulso.org.br/" target="_blank">Impulso</a>.</p>
<p>E talvez por isso, recebi o contato da Julia Forlani, que trabalha na <a href="http://www.ashoka.org" target="_blank">Ashoka</a>, me apresentando o projeto Changemakers.com e o desafio “<a href="http://www.changemakers.com/pt-br/negociossociais" target="_blank">Negócios para a Transformação Social: Criando o Campo dos Negócios Sociais</a>” que estão lançando juntamente com a <a href="www.artemisia‐international.org" target="_blank">Artemisia</a>.</p>
<p>Trata-se de um desafio on‐line para encontrar os melhores modelos de negócios sociais que estão contribuindo para a sociedade. Negócios Sociais são iniciativas sustentáveis e lucrativas que contribuem para a melhoria da qualidade de vida e a redução da pobreza de pessoas em situação de vulnerabilidade.</p>
<p>O projeto Changemkers.com convida pessoas de todo o mundo a enviar os mais bem sucedidos modelos de negócios sociais em mercados emergentes. A aprendizagem está em descobrir assim como os negócios sociais criam formas de utilização de tecnologias e técnicas para que um número crescente de pessoas de baixa renda usufrua de benefícios em áreas como nutrição, habitação, educação, saúde, seguros, energia e agricultura familiar.</p>
<p>O Changemakers da Ashoka e a Artemisia acreditam que os negócios sociais são um mecanismo poderoso para beneficiar comunidades vulneráveis de baixa renda ao prover bens e serviços essenciais para melhorar suas vidas e resgatá‐las da pobreza. O campo de negócios sociais envolve uma cultura nova que combina técnicas de negócios para a construção de iniciativas sociais financeiramente viáveis com o potencial de crescimento para gerar um grande impacto.</p>
<p>“Nos últimos anos, o desenvolvimento do campo de negócios sociais ganhou velocidade”, explica Kelly Michel, fundadora da Artemisia. “Cada vez mais pessoas estão descobrindo que os mecanismos de mercado podem ajudar a solucionar desafios sociais de formas práticas e replicáveis. O desafio Negócios para a Transformação Social: Criando o Campo dos Negócios Sociais irá destacar práticas catalisadoras de negócios sociais em todo o mundo e inspirar uma nova geração a usar suas competências de negócios para melhorar a qualidade de vida de quem precisa.”</p>
<p>Os negócios sociais inovam em todos os aspectos: utilizam de forma criativa as forças de mercado para o beneficio social e podem promover participações mais inclusivas em propriedade, gestão e distribuição de lucros. Os negócios sociais são pioneiros no estabelecimento de novas formas de distribuição, definição de preços acessíveis e participação comunitária ao longo de toda a cadeia<br />
de valor.</p>
<p>“Esta é uma combinação estimulante entre a expertise pioneira da Ashoka no campo do empreendedorismo social, através da iniciativa do Changemakers, e a liderança da Artemisia no desenvolvimento global dos negócios sociais”, disse Charlie Brown, Diretor Executivo do Changemakers. “Este desafio irá gerar conexões entre uma nova geração de empreendedores de negócios sociais e investidores, trabalhadores, consumidores, especialistas e empreendedores. A combinação de seus recursos, ideias e competências irá acelerar a emergência do campo de negócios sociais.”</p>
<p>Por conhecer e acreditar no potencial destas instituições, sobretudo no conceito dos negócios sociais, uso este espaço para divulgar o projeto e espero que da mesma forma você sinta-se motivado por este novo segmento profissional.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.changemakers.com/pt-br/negociossociais" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-1195" title="ART_EcardLaunch_PORT novo logo" src="http://www.cabianca.net/blog/wp-content/uploads/2010/04/ART_EcardLaunch_PORT-novo-logo.jpg" alt="" width="578" height="437" /></a></p>
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			</a>
		</div>
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		<title>Jum Nakao transforma garrafas pet gigantes em mochila.</title>
		<link>http://www.cabianca.net/blog/jum-nakao-transforma-garrafas-pet-gigantes-em-mochila/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 01:03:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Cabianca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecosol]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[moda]]></category>
		<category><![CDATA[reciclagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Já tinha visto alguns dos trabalhos do estilista/artista/performático  Jum Nakao que me chamaram a atenção. O que mais me atraiu foi o seu trabalho como estilista da minisérie da Rede Globo &#8220;Hoje é Dia de Maria&#8220;.
Visitei uma exposição do figurino e cenários na época &#8211; quando ainda morava no Rio de Janeiro &#8211; e fiquei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já tinha visto alguns dos trabalhos do estilista/artista/performático  <a href="http://estilo.uol.com.br/moda/estilistas/jum_nakao.jhtm" target="_blank">Jum Nakao</a> que me chamaram a atenção. O que mais me atraiu foi o seu trabalho como estilista da minisérie da Rede Globo &#8220;<a href="http://www.jumnakao.com.br/hjddmr.html" target="_blank">Hoje é Dia de Maria</a>&#8220;.</p>
<p>Visitei uma exposição do figurino e cenários na época &#8211; quando ainda morava no Rio de Janeiro &#8211; e fiquei maravilhado com a capacidade criativa e técnica.</p>
<p>Passado alguns anos, reencontro a arte do Jum Nakao aqui na empresa, pois ele é nosso cliente usando o sistema de gestão de campanhas de email marketing.</p>
<p>Mas não é por isso que vim publicar este texto.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Exposição Pet Gigantes" src="http://www.jumnakao.com.br/images/pts_03.jpg" alt="Foto Jum Nakao" width="620" height="485" /></p>
<p>Quem mora em São Paulo ou passou por lá no ano passado, viu uma &#8220;exposição&#8221; inusitada as margens do Tietê.  O artista plástico Eduardo Srur instalou 20 infláveis monumentais na forma de garrafas PET com o objetivo de chamar a atenção para os conceitos ecológicos.</p>
<p>E como reciclagem é parte integrante da preocupação geral com o meio ambiente, o artista resolveu reciclar as Pets gigantes, e convidou o Jum Nakao <a href="http://www.jumnakao.com.br/pts.html" target="_blank">para transformá-las em mochilas</a>. O resultado foram 2.500 unidades, que foram distribuídas para os alunos da rede pública e ONGs parceiros do projeto. As crianças receberam também uma apostila sobre meio-ambiente.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 320px"><img title="Mochila de Pet" src="http://www.jumnakao.com.br/images/pts_08.jpg" alt="Mochila feita de Pet - Jum Nakao" width="310" height="462" /><p class="wp-caption-text">Mochila feita de Pet - Jum Nakao</p></div>
<p>Se a exposição de garrafas pet gigantes chamou a atenção e despertou a &#8220;consciência ecológica&#8221; da população, para que ajudem a cidade de São Paulo, não jogando lixo na rua, que provoca o entupimento dos bueiros e o alagamento &#8211; sem contar com a sujeira, não faço a menor idéia.</p>
<p><strong>Mas sem dúvida nenhuma, transformar todo aquele material em mochilas para a mulecada, não tem preço! <img src='http://www.cabianca.net/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </strong>
<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-left: 10px; margin-right: 20px;">
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				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.cabianca.net%2Fblog%2Fjum-nakao-transforma-garrafas-pet-gigantes-em-mochila%2F&amp;source=Cabianca&amp;style=normal&amp;service=bit.ly&amp;b=2" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
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		</item>
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		<title>Gostaria de apresentar para vocês o Comércio Justo.</title>
		<link>http://www.cabianca.net/blog/gostaria-de-apresentar-para-a-voces-o-comercio-justo/</link>
		<comments>http://www.cabianca.net/blog/gostaria-de-apresentar-para-a-voces-o-comercio-justo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 15:05:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Cabianca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecosol]]></category>
		<category><![CDATA[comércio justo]]></category>
		<category><![CDATA[economia solidária]]></category>

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		<description><![CDATA[Outro dia coloquei em meus favoritos uma matéria publicada no site da Época Negócios, com o sugestivo título &#8220;Entenda como funciona o comércio justo&#8220;.
Achei muito interessante um grande veículo dando espaço para esta nova economia, mas quando parei efetivamente para lê-la, descobri que ficou faltando informação. A matéria foca apenas no cultivo do café e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Outro dia coloquei em meus favoritos uma matéria publicada no site da Época Negócios, com o sugestivo título &#8220;<a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI64038-16381,00-ENTENDA%20COMO%20FUNCIONA%20O%20COMERCIO%20JUSTO.html" target="_blank">Entenda como funciona o comércio justo</a>&#8220;.</p>
<p>Achei muito interessante um grande veículo dando espaço para esta nova economia, mas quando parei efetivamente para lê-la, descobri que ficou faltando informação. A matéria foca apenas no cultivo do café e apontando institucionalmente para a Starbucks. O_o</p>
<p>Fiz uma rápida pesquisa com parte de meu network, mas focado em profissionais e empresários altamente conectados, sobre o que é o Comércio Justo e infelizmente posso afirmar que 99,99% não sabiam o que era.</p>
<p>Não é culpa deles, o próprio movimento do Ecosol, no Brasil, não tem muita força, apesar da produção anual declarada, de 2000 a 2005 ser de  <a href="http://www.cabianca.net/blog/o-tamanho-da-economia-solidaria/" target="_blank">cerca de U$ 2,6 bilhões</a> e  gerando cerca de 628 mil novos postos de trabalho.</p>
<p>Portanto aqui vai minha parcela, ajudado pelo site <a href="http://www.solidarium.com.br/content/conteudo/visualizar.php?id=104" target="_blank">Solidarium</a>, do qual todos vocês irão ouvir falar muito nos próximos meses&#8230;..</p>
<p><strong>Conheça quais são os princípios que regem o Movimento de Comércio Justo:</strong></p>
<p><em>1. Criação de oportunidades para os produtores economicamente desfavorecidos</em></p>
<p>Comércio Justo é uma estratégia de combate à pobreza e desenvolvimento sustentável. O seu objetivo é o de criar oportunidades para os produtores que tenham sido economicamente desfavorecidos ou marginalizados pelo sistema de comércio convencional.</p>
<p><em>2. Transparência e Responsabilidade</em></p>
<p>Comércio Justo envolve uma gestão transparente e das relações comerciais para tratar de forma justa e respeitosamente com os parceiros comerciais.</p>
<p><em>3. Construção de Capacidades</em></p>
<p>Comércio Justo é um meio para o desenvolvimento dos produtores independência.</p>
<p><em>4. Pagamento de um preço justo</em></p>
<p>Um preço justo, no contexto regional ou local é aquele que tenha sido acordada através do diálogo e da participação. Alem de cobrir os custos de produção, também permite uma produção que é socialmente justa e ambientalmente racional. Ele oferece um salário justo para os produtores e leva em conta o princípio da igualdade de remuneração por trabalho igual de mulheres e homens.</p>
<p><em>5. Eqüidade de gênero</em></p>
<p>Comércio Justo significa que o trabalho das mulheres é devidamente valorizado e recompensado. As mulheres são sempre pagas por sua contribuição para o processo de produção e estão habilitados em suas organizações.</p>
<p><em>6. Condições de trabalho</em></p>
<p>Comércio Justo significa um ambiente de trabalho seguro e saudável para os produtores. A participação dos filhos (se for o caso) não afeta negativamente o seu bem-estar, segurança, requisitos educacionais e de necessidade de jogar e está em conformidade com a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança, bem como a legislação e normas no contexto local.</p>
<p><em>7. O ambiente</em></p>
<p>O Comércio Justo incentiva ativamente melhores práticas ambientais e da aplicação de métodos de produção responsável.
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		<title>Campanha contra o desperdício, você é responsável e não pode ficar fora dessa!</title>
		<link>http://www.cabianca.net/blog/campanha-contra-o-desperdicio-voce-e-responsavel-e-nao-pode-ficar-fora-dessa/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 22:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Cabianca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Ecosol]]></category>
		<category><![CDATA[consumo consciente]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>

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		<description><![CDATA[Sou partidário do consumo consciente. Ok, eu confesso que as vezes relaxo e não aplico na prática o conceito de reduzir, reaproveitar e reciclar, mas faço um grande esforço.
O Instituto Akatu lançou há semanas uma campanha com tra o desperdício do alimento. Você sabia que 1/3 do que consome vai para o lixo?
O filme que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sou partidário do consumo consciente. Ok, eu confesso que as vezes relaxo e não aplico na prática o conceito de <a href="http://www.reviverde.org.br/TresErres.htm" target="_blank">reduzir, reaproveitar e reciclar</a>, mas faço um grande esforço.</p>
<p>O <a href="http://www.akatu.org.br/central/noticias_akatu/2009/campanha-do-akatu-contra-o-desperdicio-de-alimentos-inspira-debate-sobre-consumo-em-sala-de-aula" target="_blank">Instituto Akatu</a> lançou há semanas uma campanha com tra o desperdício do alimento. Você sabia que 1/3 do que consome vai para o lixo?</p>
<p>O filme que fizeram para a campanha é muito bacana. Aproveitaram a linha das propagandas de supermercado, só que apresentando produtos estragados.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5CEJjhB3VCc&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/5CEJjhB3VCc&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>No <a href="http://www.akatu.org.br/sites/desperdicio/" target="_blank">hotsite da campanha</a>, coloquei meu gasto mensal em almoço e descobri que em 10 anos, desperdiçarei R$ 8.000,00. Lá dão algumas dicas e pincei 4 ações básicas:</p>
<ol>
<li>Planeje suas compras, compre só o necessário</li>
<li>Compre menos e com mais frequência</li>
<li>Aproveite o máximo do alimento, use as cascas e folhas.</li>
<li>Separe o lixo para a reciclagem</li>
</ol>
<p>Mas o que vale é &#8211; mesmo que utópico &#8211; cada um fazer a sua parte.
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			</a>
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		<title>Um mercado de mais de R$ 6 Bilhões&#8230;te interessa?</title>
		<link>http://www.cabianca.net/blog/um-mercado-de-mais-de-r-6-bilhoeste-interessa/</link>
		<comments>http://www.cabianca.net/blog/um-mercado-de-mais-de-r-6-bilhoeste-interessa/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2009 15:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Cabianca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Ecosol]]></category>

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		<description><![CDATA[É de conhecimento de todos que a necessidade é a mãe da criatividade. Nestes tempos de desemprego, existe uma nova economia acontecendo em nosso país e também no mundo. É a chamada Ecosol &#8211; Economia Solidária.
O economista Paul Singer, 75 anos, um dos fundadores do PT e idealizador da Secretaria Nacional de Economia Solidária, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-703" style="margin: 10px;" title="logo_campanha_es" src="http://www.cabianca.net/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_campanha_es.jpg" alt="logo_campanha_es" width="270" height="154" />É de conhecimento de todos que a necessidade é a mãe da criatividade. Nestes tempos de desemprego, existe uma nova economia acontecendo em nosso país e também no mundo. É a chamada Ecosol &#8211; Economia Solidária.</p>
<p>O economista Paul Singer, 75 anos, um dos fundadores do PT e idealizador da Secretaria Nacional de Economia Solidária, que hoje comanda, tenta resumir e explicar o que é a Ecosol: &#8220;Quem trabalha junto, de uma forma igualitária, são sócios. E compartilhar os resultados democraticamente faz parte da economia solidária&#8221;.</p>
<p>A Secretaria acaba de finalizar um raio-x e dados oficiais mostram que foram mapeados no país até agora 18.878 empreendimentos, que respondem por 1,574 milhão de postos de trabalho. O faturamento, segundo as informações mais recentes, ultrapassa a casa de R$ 6 bilhões por ano.</p>
<p>Ainda segundo Paul Singer, existem empreendimentos que fazem parte &#8211; por conceito &#8211; da Ecosol, mas não tem esta informação.</p>
<p>Há 2 semanas eu participei do Fórum Paranaense da Ecosol e  alguns números que foram apresentados, com base em pesquisa realizada em 2005. De lá para cá, o volume de iniciativas de empreendimentos da Ecosol subiu em quase 4.000 atividades. Ou seja, um mercado que cresce silenciosamente.</p>
<p>Na oportunidade de participar do Fórum, presenciei de perto algumas pessoas dando depoimento sobre como estavam suas comunidades e como se transformaram, tanto em benefícios sociais, sendo saúde, educação e segurança, bem como a auto-estima de todos os participantes, com a implantação de iniciativas dentro do conceito da Economia Solidária, onde todos são &#8220;sócios&#8221; e brigam pelo crescimento de seu empreendimento. Isso é realmente fantástico.</p>
<p>Tenho acompanhado a evolução deste mercado e em breve estarei bem perto a eles. Mas isso é assunto para outros posts&#8230;</p>
<p><span style="text-decoration: line-through;">De uma lista de discussão que participo, recebi um arquivo em .doc que fala desta nova pesquisa e uma entrevista do ecomonista Paul Singer, entre outras infos. Se quiser, eu mando por email. Basta deixar um comentário aqui em baixo, solicitando o arquivo ou até mesmo via o formulário de contato, clicando <a href="http://www.cabianca.net/social/?page_id=26" target="_blank">aqui</a>. </span> <strong>Nota</strong>: Por um problema social (meu notebook foi roubado) o arquivo que tinha, conforme citado no parágrafo anterior, não existe mais&#8230;desculpe.</p>
<p><strong>Um grande abraço solidário!!</strong>
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			</a>
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		<title>Mais um ponto de venda de produtos org&#226;nicos.</title>
		<link>http://www.cabianca.net/blog/mais-um-ponto-de-venda-de-produtos-organicos/</link>
		<comments>http://www.cabianca.net/blog/mais-um-ponto-de-venda-de-produtos-organicos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Sep 2007 18:27:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Cabianca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecosol]]></category>

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		<description><![CDATA[Não sei se você tem conhecimento, mas o mercado de produtos orgânicos vem crescendo de forma constante, tanto no Brasil, mas principalmente no mundo todo.
Não somente pela qualidade do alimento, aliada ao conceito de cuidado com a saúde, mas muito porque também alguns produtores de alimentos orgânicos fazem parte da Economia Solidária, onde todos participam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei se você tem conhecimento, mas o mercado de produtos orgânicos vem crescendo de forma constante, tanto no Brasil, mas principalmente no mundo todo.</p>
<p>Não somente pela qualidade do alimento, aliada ao conceito de cuidado com a saúde, mas muito porque também alguns produtores de alimentos orgânicos fazem parte da Economia Solidária, onde todos participam de forma colaborativa do processo e repartem os resultados.</p>
<p>Segundo<a href="http://www.arscientia.com.br/materia/ver_materia.php?id_materia=268" target="_blank"> informações do arScientia,</a> pesquisa recentemente divulgada (Willer &amp; Yussefi, 2006) indica que há cerca de 31 milhões de hectares sob cultivo orgânico no mundo, sendo o Brasil um dos principais produtores, com a 6ª maior área: 887,6 mil hectares – em 2000 esta área era de apenas 100 mil hectares.</p>
<p>A agricultura orgânica no Brasil apresenta um crescimento estimado de 30% ao ano e potencial para atingir 3 milhões de hectares no curto prazo (<a href="http://www.ibd.com.br/" target="_blank">IBD &#8211; Instituto Biodinâmico</a>). Além disto, temos o maior potencial de produção do mundo, sendo o único país com uma reserva de 90 milhões de hectares prontos para o cultivo.</p>
<p>O mercado mundial movimenta cerca de US$ 30 bilhões e, no Brasil, cerca de US$ 250 milhões, com potencial de crescimento anual médio de 25%. Aproximadamente 60% da produção são exportados, com forte demanda, principalmente do Japão, Estados Unidos e União Européia, onde os consumidores podem pagar mais caro por um gênero de qualidade, internacionalmente certificado (Apex).</p>
<p>Divulgado pela <a href="http://www.springwise.com/food_beverage/vending_goes_organic/" target="_blank">Springwise</a>, o mercado orgânico ganhou um reforço na comercialização de seus produtos, principalmente nos EUA, que como viu é um dos maiores consumidores.</p>
<p>A <a href="http://www.yonaturals.com/" target="_blank">YoNaturals</a>, uma empresa norte-americana lançou máquinas de vendas de produtos orgânicos, tal qual as de refrigerante, biscoitos e de <a href="http://www.24x7.com.br/website/index.asp?novoserver1&amp;start=1&amp;endereco_site=www.24x7.com.br&amp;par=&amp;email=" target="_blank">livros, como acontece aqui no Brasil</a>.</p>
<p>Aliando conveniência, cuidado com a saúde e o crescimento dos consumo de orgânicos, a empresa aposta neste ponto de venda e já planeja criar outras máquinas, uma delas voltada para a venda de alimentos vegetarianos.</p>
<p>Se você tem alguma ligação com produtores, faz parte desta cadeia ou conhece alguém que possa se interessar, sugiro fazer contato com a YoNaturals, o email é: <a href="mailto:sales@yonaturals.com">sales@yonaturals.com</a>
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			</a>
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		<title>Que tal trocar lixo reciclado por energia?</title>
		<link>http://www.cabianca.net/blog/que-tal-trocar-lixo-reciclado-por-energia/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Sep 2007 19:29:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Cabianca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecosol]]></category>

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		<description><![CDATA[
A boa idéia partiu do nordeste, mais precisamente da Companhia de Energia do Ceará &#8211; COELCE.
O programa, chamado Ecoelce, de incentivo à prática da coleta seletiva em troca de descontos significativos na hora de pagar a conta de luz, já provoca que pessoas tenham quase 100% de desconto na conta de energia.
E a conta e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.cabianca.net/imagem/ecoelce.JPG" title="Ecoelce - Cia de Energia do Ceará" alt="Ecoelce - Cia de Energia do Ceará" align="top" hspace="10" vspace="10" /></p>
<p>A boa idéia partiu do nordeste, mais precisamente da <a href="http://www.coelce.com.br/" target="_blank">Companhia de Energia do Ceará &#8211; COELCE</a>.</p>
<p>O programa, chamado <a href="http://200.207.42.82:8090/web/" target="_blank">Ecoelce</a>, de incentivo à prática da coleta seletiva em troca de descontos significativos na hora de pagar a conta de luz, já provoca que pessoas tenham quase 100% de desconto na conta de energia.</p>
<p>E a conta e estrutura são muito simples, bastando apenas visão e vontade de fazer.</p>
<p>Funciona assim. Para trocar o lixo por bônus, o titular da fatura de energia deve solicitar o cartão Ecoelce, cadastrando-se em qualquer posto de coleta do programa. Com o cartão, basta o cliente levar o lixo reciclável ao posto de coleta mais próximo e registrar os bônus para sua próxima conta de energia. Caso o valor da bonificação seja superior ao total da conta, o excedente é creditado automaticamente para a fatura seguinte.</p>
<p>Embora inicialmente tenha beneficiado famílias de baixa renda, o projeto agora pretende expandir sua atuação, atingindo clientes de diferentes classes. O Ecoelce será expandido, com a inauguração de mais pontos de coleta de resíduos.</p>
<p>E como a conta fecha?</p>
<p>Simples, a Companhia de Energia vende o material arrecadado e o valor &#8211; pré-definido, naturalmente &#8211; é o bônus de desconto oferecido aos consumidores. É claro que tem um maior investimento da empresa, no desenvolvimento do software de controle, na instalação de pontos de coleta, etc.</p>
<p>Mas aí está o resultado para a marca, o valor positivo agregado.</p>
<p>E muito mais do que isso, o resultado da consciência da população, voltada para o bem comum, que é o cuidado com o meio ambiente.
<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-left: 10px; margin-right: 20px;">
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			</a>
		</div>
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		</item>
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		<title>Criado no Brasil o primeiro software ecológico do mundo.</title>
		<link>http://www.cabianca.net/blog/criado-no-brasil-o-primeiro-software-ecologico-do-mundo/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Aug 2007 19:36:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Cabianca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecosol]]></category>

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		<description><![CDATA[No próximo dia 24, às 18h30, no centro de ensino ESAMC de Sorocaba (SP), será lançada a versão 1.6 do primeiro software ecológico do mundo, que calcula viabilidade econômica da reciclagem. Batizado de VERDES – sigla para Viabilidade Econômica da Reciclagem dos Resíduos Sólidos -, o programa pretende ser uma ferramenta prática para prefeituras, secretarias, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No próximo dia 24, às 18h30, no centro de ensino <a href="http://www.esamc.br/" target="_blank">ESAMC de Sorocaba</a> (SP), será lançada a versão 1.6 do primeiro software ecológico do mundo, que calcula viabilidade econômica da reciclagem. Batizado de <strong>VERDES</strong> – sigla para Viabilidade Econômica da Reciclagem dos Resíduos Sólidos -, o programa pretende ser uma ferramenta prática para prefeituras, secretarias, instituições, ONGs, universidades e pesquisadores.</p>
<p>A mensuração dos resultados se dá analisando os mais lucrativos produtos reciclados do lixo urbano brasileiro &#8211; lata de alumínio, papel e papelão, plástico, vidro e lata de aço -, os quais representam mais de 90% dos valores mercadológicos conseguidos com o processo da reciclagem.<span id="more-100"></span></p>
<p>Com base na quantia produzida, reciclada e disposta em aterros, torna-se possível mensurar a economia de matéria-prima, energia, água e a redução dos danos ambientais, coleta, transporte e arranjo final do lixo. Com a quantia de lixo jogada nos aterros somada aos índices que foram reciclados, tem-se o total produzido ou consumido de um determinado produto.</p>
<p>“Já foi provado cientificamente que a reciclagem dos resíduos sólidos é viável economicamente, gerando trabalho e renda para milhares de pessoas, e sua adoção deixou de ser econômica para se tornar ecológica”, diz Márcio Magera, professor universitário, economista e consultor ambiental. Ele concebeu o Verdes em meio às atividades de seu pós-doutoramento em Sociologia, pela Unicamp.</p>
<p>“Ás vezes, uma Prefeitura paga R$ 100 mil ou R$ 200 mil para fazer um diagnóstico da reciclagem dos resíduos sólidos naquela cidade. O programa faz de graça, com uma margem de erro mínima”, disse a <a href="http://www.ambientebrasil.com.br/"><strong>AmbienteBrasil</strong></a>, lembrando que, segundo o IBGE, os brasileiros geram 120 mil toneladas diárias de lixo, sendo que apenas um terço vai para os aterros sanitários devidamente controlados. “Os outros dois terços são disputados por catadores e vassalos da modernidade que vivem do lixo e no lixo”.</p>
<p>“Com a simplicidade de alguns toques, se pode saber em questão de segundos, o quanto sua região, cidade, Estado ou país, pode economizar e ganhar em matérias-primas, energia e água”, reforça o professor. Dentro do Verdes, há também um programa de gestão para Cooperativas.</p>
<p>O software está sendo distribuído gratuitamente aos interessados, <a href="http://www.danilofiocco.com/verdes/" target="_blank"><strong>para baixá-lo, é só clicar aqui</strong></a>. “Eu fiz o meu pós-doutoramento de graça na Unicamp, e quis retribuir”, diz Márcio Magera, para quem “todos devemos deixar o mundo ao menos um pouco melhor do que o encontramos”.</p>
<p><strong><a href="http://www.ambientebrasil.com.br/noticias/index.php3?action=ler&amp;id=32949" target="_blank">Fonte: Mônica Pinto / AmbienteBrasil</a></strong>
<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-left: 10px; margin-right: 20px;">
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			</a>
		</div>
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	</channel>
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